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Vice - prefeita de União dos Palmares Samires Ulisses abandona grupo de Júnior Menezes, troca MDB pelo PSDB e segue Kil de Freitas

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Vice-prefeita rompe com base que a elegeu, muda de partido e se alia ao ex-prefeito em movimento visto como oportunismo político


A crise política em União dos Palmares deixa de ser especulação e passa a ser um fato público — com declaração, posicionamento e mudança oficial de lado.

A vice-prefeita Samires Ulisses, eleita na chapa do prefeito Júnior Menezes dentro de um grupo político ligado ao MDB, confirmou o rompimento ao assumir publicamente sua nova posição no cenário estadual.

A mudança não é apenas de discurso  é também partidária. Samires, que estava inserida no campo político do MDB, agora se filiou ao PSDB, legenda que integra o grupo ao qual também se alinhou o ex-prefeito Kil de Freitas.

E o gesto veio acompanhado de declaração explícita.

“Eu acredito na mudança. E agora é oficial: sou @jhcdopovo por toda Alagoas”, escreveu a vice-prefeita, assumindo apoio ao prefeito de Maceió, JHC, que é pré-candidato ao Governo de Alagoas.

A fala não deixa margem para dúvida: Samires mudou de lado.

Eleita dentro de uma coligação estruturada pelo MDB e seus aliados, Samires chegou ao poder ao lado de Júnior Menezes como parte de um projeto político conjunto. Sua eleição representou, à época, renovação  sendo a primeira mulher a ocupar o cargo de vice-prefeita no município.

Agora, o movimento segue na direção oposta.

Ao trocar de partido, declarar apoio a outro grupo político e se alinhar diretamente com o mesmo bloco de Kil de Freitas, Samires rompe, na prática, com o prefeito com quem foi eleita e com a base que a sustentou até aqui.

Não se trata mais de articulação silenciosa ou movimentação discreta. A mudança foi pública, assumida e direta.

Para críticos, o episódio representa mais do que reposicionamento político: é uma quebra de compromisso com o projeto que a levou ao poder. A vice-prefeita, que simbolizava renovação, passa agora a ser associada a uma prática antiga da política — a troca de lado conforme a conveniência eleitoral.

Em União dos Palmares, o cenário é claro: a aliança que elegeu a atual gestão está oficialmente rachada — e com declaração registrada.

Traição escancarada: Kil de Freitas abandona Calheiros e muda de lado por conveniência

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Ex-prefeito rompe com grupo que o bancou, larga a Emater e corre para os braços de JHC de olho no poder

O ex-prefeito de União dos Palmares, Areski Damara de Omena Freitas Júnior, o Kil de Freitas, protagoniza um dos episódios mais explícitos de traição política recente em Alagoas.

Depois de anos sendo beneficiado, apadrinhado e sustentado politicamente pelo grupo liderado por Renan Calheiros e Renan Filho, Kil simplesmente virou as costas para quem lhe deu base, espaço e sobrevivência política. Sem rodeios: mudou de lado.

Não se trata de divergência ideológica — até porque nunca houve clareza nesse campo. O que se vê é um movimento frio, calculado e oportunista. Kil abandona o grupo no exato momento em que o cenário eleitoral começa a favorecer outro polo de poder.

A passagem pela Emater escancara ainda mais esse comportamento. Alçado à presidência do órgão com o aval do governo ligado aos Calheiros, Kil sequer consolidou sua atuação antes de sair pela porta dos fundos. O cargo, que deveria ser instrumento de políticas públicas, virou apenas peça de reposicionamento político.

Agora, o ex-prefeito se aproxima do prefeito de Maceió, JHC, pré-candidato ao Governo de Alagoas, numa tentativa evidente de se manter relevante no jogo eleitoral. A movimentação acontece justamente diante da perspectiva de disputa contra Renan Filho, antigo aliado — o que torna a mudança ainda mais simbólica e, para muitos, revoltante.

Nos bastidores, o sentimento é de que Kil não apenas mudou de lado, mas rompeu qualquer compromisso político ou lealdade mínima. Para críticos, trata-se de um político que usa grupos como trampolim e descarta alianças assim que enxerga vantagem em outro palanque.

A verdade é dura: Kil de Freitas não reinventou sua trajetória — apenas confirmou um padrão. Na política alagoana, há quem construa história. E há quem simplesmente troque de lado quando convém.

E, neste caso, a troca veio com todos os elementos de uma traição escancarada.


“É BOMBA!”: Delegado Fábio Costa EXPÕE suspeita de fraude na Saúde de Maceió e pressiona gestão de Rodrigo Cunha

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Declaração aumenta pressão sobre gestão do prefeito Rodrigo Cunha e levanta questionamentos sobre permanência no cargo


Uma denúncia que ganhou repercussão nacional acendeu o alerta na Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. O delegado Fábio Costa publicou um vídeo nas redes sociais comentando a matéria divulgada pelo portal Metrópoles, que aponta uma suposta fraude envolvendo a atual secretária da pasta.

Segundo o delegado, a reportagem “cai como uma bomba” dentro da gestão municipal. De acordo com o conteúdo divulgado, a secretária nomeada pelo prefeito Rodrigo Cunha teria se envolvido em um caso de falsidade durante uma prova do curso de Medicina, supostamente utilizando outra pessoa para realizar o exame em seu lugar.

No vídeo, Fábio Costa reforça a gravidade da denúncia e cobra uma resposta imediata por parte da administração municipal. “O prefeito precisa adotar as medidas cabíveis imediatamente”, afirmou, destacando que a situação exige apuração rigorosa e transparência.

A fala do delegado intensifica a pressão política sobre o caso, especialmente por envolver uma área sensível como a saúde pública. “A saúde dos maceioenses é coisa séria”, pontuou, em tom de alerta.

Até o momento, não houve manifestação oficial detalhada por parte da Prefeitura de Maceió sobre o posicionamento diante das declarações recentes. O caso deve ganhar novos desdobramentos nos próximos dias, à medida que a repercussão aumenta e cresce a cobrança por esclarecimentos.

A reportagem segue acompanhando o caso.


Veículo da Emater é flagrado em garagem da empresa de Sandro Couto, cabo eleitoral de JHC e fiel escudeiro de Kil de Freitas.

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Carro da Emater na garagem
        


Um veículo vinculado à Emater foi flagrado em uma garagem pertencente a uma empresa de Sandro Couto, fato que tem gerado questionamentos sobre o uso de bens públicos.


Segundo informações que circulam nos bastidores políticos, o espaço ligado a Sandro Couto, apontado como funcionário da própria Emater. Ainda de acordo com essas informações, ele teria alinhamento político com o grupo do prefeito JHC, com articulação envolvendo Kil de Freitas, atual diretor do órgão.


A rumores de que o presidente da Emater tentou doar veículos usados as associações e usando o nome do pré-candidato JHC. Com isso, surge a pergunta: isso é lealdade ou traição a Paulo Dantas?


Além disso, o episódio levanta questionamentos sobre a permanência de Kil de Freitas na direção da Emater. Caberá ao governador Paulo Dantas avaliar os desdobramentos do caso e decidir se haverá apuração interna ou medidas administrativas, visto que Sandro é 100% direcionado politicamente por Kil de Freitas, gerando o questionamento da população sobre possível “jogo duplo”. 


Diante do caso, surgem algumas perguntas que precisam de esclarecimento por parte das autoridades competentes:


* O que um veículo oficial da Emater estaria fazendo em uma propriedade privada?

* Há autorização formal para esse tipo de utilização?

* Existe relação entre o uso do veículo e possíveis articulações políticas?


Até o momento, não há posicionamento oficial dos citados. O espaço segue aberto para esclarecimentos.



Arthur Lira amplia investimentos no agro e aposta na apicultura em Alagoas

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Projeto prevê implantação de Casas do Mel em dez municípios e fortalecimento da agricultura familiar


O deputado federal Arthur Lira (PP) está liderando uma nova frente de investimentos no setor agropecuário de Alagoas, com foco no fortalecimento da apicultura. A iniciativa prevê a implantação de unidades da chamada Casa do Mel em dez municípios do estado, com o objetivo de diversificar a produção rural, gerar renda e impulsionar a agricultura familiar.

Serão contempladas as cidades de Traipu, Japaratinga, Pariconha, Delmiro Gouveia, Penedo, Girau do Ponciano, Senador Rui Palmeira, Barra de São Miguel, Roteiro e Marechal Deodoro. A proposta é estruturar uma rede de apoio à cadeia produtiva do mel, com impacto em diferentes regiões alagoanas.

Um dos projetos mais avançados está sendo desenvolvido no município de Traipu, no Sertão, onde já está em construção uma unidade moderna da Casa do Mel. O equipamento está sendo implantado na comunidade Olho d’Água do Campo, a cerca de 12 quilômetros da área urbana, com investimento estimado em aproximadamente R$ 455 mil.

A estrutura contará com dois blocos: um voltado ao processamento do mel e outro destinado ao apoio administrativo. O espaço incluirá áreas específicas para higienização, decantação, envase, armazenamento e expedição, além de setores administrativos. A Codevasf também será responsável pelo fornecimento de equipamentos essenciais, como centrífugas e mesas desoperculadoras.

Na prática, a unidade permitirá que os produtores deixem de comercializar o mel apenas in natura, passando a realizar o beneficiamento e a padronização do produto. Com isso, será possível atender às exigências sanitárias e acessar mercados mais exigentes, agregando valor à produção.

Segundo Arthur Lira, a iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de desenvolvimento rural. “Estamos ampliando horizontes e criando oportunidades. A apicultura é uma atividade sustentável, com grande potencial de geração de renda. Ao investir nas Casas do Mel, damos condições reais para que pequenos produtores cresçam e conquistem novos mercados”, destacou.

A expansão da apicultura em Alagoas ocorre em um cenário de valorização crescente de produtos naturais, como mel e própolis, que possuem alto valor agregado e relevância ambiental, especialmente pela contribuição na polinização.

A execução dos projetos está sob responsabilidade da Codevasf, que atua na estruturação da cadeia produtiva e no suporte técnico aos municípios beneficiados. De acordo com o superintendente do órgão em Alagoas, João Paulo Tavares, a iniciativa representa um avanço significativo para o setor. “Estamos garantindo melhores condições de produção e ampliando o acesso dos apicultores ao mercado”, afirmou.

Com a medida, o parlamentar reforça a articulação de recursos federais para o estado, promovendo inclusão produtiva e fortalecendo o desenvolvimento econômico em diversas regiões de Alagoas.

Em visita a Maceió, Lula deve anunciar entrega de 2 milhões de moradias do Minha Casa, Minha Vida

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Presidente também inaugura nova unidade da Embrapa na capital alagoana; agenda reforça foco em políticas sociais e desenvolvimento regional


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca em Maceió nesta sexta-feira (23) para cumprir uma agenda voltada a políticas sociais e ao desenvolvimento regional. O principal compromisso da visita será o anúncio e a entrega simbólica de 2 milhões de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em todo o país, em cerimônia que contará com a presença do prefeito da capital, JHC.

O ato marca a articulação entre União, estados e municípios no enfrentamento do déficit habitacional, com impactos diretos especialmente no Nordeste. A escolha de Alagoas como palco de um anúncio de alcance nacional é vista pelo Palácio do Planalto como um gesto político que reforça o peso estratégico da região na política de investimentos sociais do governo federal.

Antes do evento habitacional, Lula inaugura a nova sede da Embrapa Alimentos e Territórios, em Maceió. A unidade terá foco em pesquisas aplicadas para o fortalecimento da agricultura familiar, o incentivo a sistemas alimentares sustentáveis e o apoio à formulação de políticas públicas voltadas ao meio rural, considerando as especificidades do Nordeste brasileiro.

A visita ocorre após uma semana de compromissos internacionais do presidente e sinaliza a retomada de uma agenda interna centrada em entregas sociais e de infraestrutura. Para o governo federal, a passagem por Alagoas consolida o estado como uma vitrine de ações estruturantes nas áreas de moradia, ciência e desenvolvimento regional.

Vice-prefeita abandona o projeto político do grupo do Kil e declara apoio a Paulinho Mendonça, candidato de Júnior Menezes

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Mudança de apoio acontece enquanto o ex-prefeito Kil de Freitas articula candidatura a deputado estadual.



A vice-prefeita de União dos Palmares, na Zona da Mata de Alagoas, anunciou apoio à pré-candidatura de Paulinho Mendonça, nome indicado pelo prefeito Júnior Menezes para a disputa eleitoral no município. A decisão marca o rompimento da vice com o grupo político do ex-prefeito Kil de Freitas, seu padrinho político e principal articulador de sua chegada ao cargo.


A movimentação ocorre em meio ao projeto político de Kil de Freitas, que trabalha nos bastidores para viabilizar sua candidatura a deputado estadual. Com a saída da vice-prefeita de seu grupo, o ex-prefeito perde uma aliada estratégica em um momento considerado decisivo para a construção de sua base eleitoral.


Indicada para a chapa majoritária com o apoio direto de Kil, a vice-prefeita integrava até então o grupo político liderado pelo ex-prefeito, que governou União dos Palmares por dois mandatos e exerceu forte influência na política local ao longo das últimas décadas.


Ao declarar apoio a Paulinho Mendonça, a vice passa a integrar oficialmente o grupo político do prefeito Júnior Menezes, fortalecendo a base da gestão municipal e alterando o cenário de alianças para a próxima eleição.


O rompimento evidencia a divisão entre dois grupos tradicionais da política de União dos Palmares e deve ter reflexos diretos na organização das campanhas e nas articulações eleitorais, tanto em nível municipal quanto estadual.


Até o momento, Kil de Freitas não se pronunciou publicamente sobre a decisão da vice-prefeita.

PEC da Blindagem ameaça princípio da igualdade, alerta advogado criminalista em Alagoas

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Deputados aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição na última terça-feira (16) - Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

A PEC da Blindagem cria mais um privilégio para os parlamentares e fere gravemente a Constituição Federal, sobretudo o princípio da igualdade.” A declaração é do advogado criminalista Welton Roberto, convidado pelo Sindicato dos Advogados e Advogadas de Alagoas (Sindav/AL) para debater os impactos da proposta.

O texto-base da PEC 3/21 foi aprovado na Câmara dos Deputados na última terça-feira (16), em dois turnos de votação. A medida recebeu o apoio de 344 deputados e agora segue para análise no Senado Federal. Caso passe também pelos senadores, a proposta ampliará as proteções legais de parlamentares, dificultando investigações e a abertura de processos criminais contra deputados federais e senadores.

Segundo Welton Roberto, a aprovação representaria um retrocesso no combate a crimes cometidos por políticos com foro privilegiado. Ele explica que, se a PEC entrar em vigor, investigações, mandados de prisão e até o andamento de processos só poderão ocorrer com autorização prévia da Câmara ou do Senado.

“Serão os próprios colegas de parlamento, em votação secreta, que decidirão se o acusado poderá ou não ser investigado. Isso pode criar uma imunidade absoluta para parlamentares e presidentes de partidos com assento no Congresso. Deixamos de falar apenas em foro privilegiado: seria um foro de imunidade total”, afirmou.

O advogado também alertou que os efeitos da medida não se restringem a deputados federais e senadores. Pelo princípio da simetria, os deputados estaduais também estariam contemplados. “Na prática, nenhum parlamentar poderia ser investigado, processado ou preso sem autorização da respectiva casa legislativa. Mesmo em casos de violência doméstica, estupro, feminicídio, homicídio ou corrupção, haveria o risco de blindagem”, disse.

A Constituição de 1988, em seu artigo 5º, estabelece que todos são iguais perante a lei. Para Welton Roberto, a PEC rompe com essa premissa. “O que se criaria é um sistema onde todos os cidadãos são iguais perante a lei, menos deputados, senadores e presidentes de partidos. É um verdadeiro absurdo jurídico”, ressaltou.

Ele ainda apresentou exemplos práticos:

Se um senador ou deputado for apontado como mandante de homicídio, a investigação só avançaria se os pares autorizassem. Nesse cenário, apenas o executor do crime enfrentaria a Justiça.

Em casos de corrupção, o parlamentar poderia escapar, enquanto demais envolvidos seriam investigados e processados normalmente.

Atualmente, os crimes comuns praticados por deputados e senadores fora do exercício do mandato são julgados diretamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sem necessidade de autorização do Congresso.

Câmara aprova urgência para projeto de anistia aos condenados do 8 de Janeiro

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Câmara dos Deputados
 A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), o requerimento de urgência para análise do projeto de lei que concede anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A proposta foi colocada em pauta pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), após forte pressão da bancada do PL.

Entre os representantes de Alagoas, os votos ficaram divididos. O deputado Fábio Costa (PP-AL) confirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais, seu apoio à urgência, alinhando-se à defesa da proposta. Já o líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), foi contrário e criticou com veemência a medida.

Para Bulhões, é “lamentável” que a discussão sobre anistiar a tentativa de golpe tenha se transformado em um “debate político-eleitoral”. O parlamentar ressaltou que defendeu um exame mais aprofundado da dosimetria das penas, mas rejeitou a votação direta do requerimento de urgência.

MP investiga possíveis falhas em recolhimento de contribuições sociais durante gestão de Júlio Cezar

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Ex-prefeito de Palmeira dos Índios, Júlio Cezar | Foto: Reprodução
O Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Palmeira dos Índios, especializada na Defesa e Proteção do Patrimônio Público, abriu um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades cometidas pelo ex-prefeito do município, Júlio Cezar, durante o período de janeiro de 2017 a dezembro de 2018.

Atualmente, Júlio Cezar ocupa o cargo de secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais (Serfi).

Conduzido pelo promotor de justiça Ricardo de Souza Libório, o inquérito tem como foco investigar eventuais falhas no recolhimento de contribuições sociais à Previdência Social e ao PIS/PASEP, que poderiam ter gerado multas, juros e outros encargos ao erário público.

De acordo com a portaria do MPAL, as investigações incluem solicitações de informações à Receita Federal e outras diligências, com registro formal no sistema do Ministério Público e publicação no Diário Eletrônico do órgão. Cópias do inquérito também foram enviadas ao Conselho Superior do MP de Alagoas e ao Núcleo de Defesa do Patrimônio Público, que acompanharão o caso.

JHC consolida alianças e reúne sete partidos em torno de possível candidatura ao governo de Alagoas em 2026

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JHC, prefeito de Maceió | Foto: Reprodução
A possível candidatura do prefeito de Maceió, JHC (PL), ao governo de Alagoas em 2026 começa a se consolidar com o respaldo de sete partidos. Além do seu próprio partido, o PL, JHC já assegurou o apoio do Podemos, liderado pelo vice-prefeito Rodrigo Cunha; do PSB, por iniciativa do presidente nacional da sigla, João Campos; do DC, sob comando de João Caldas; do Republicanos, representado por Antônio Albuquerque e Davi Davino Filho; do União Brasil, articulado pelo deputado Alfredo Gaspar; e do Progressistas, que atua sob a influência direta do presidente da Câmara, Arthur Lira.

O conjunto de alianças é apontado como um dos mais robustos das últimas décadas no estado e aumenta significativamente o peso político de JHC na disputa. Entre os apoios, o do Progressistas é considerado crucial, tanto pelo alcance em Brasília quanto pela força eleitoral em Alagoas.

A adesão do PSB, viabilizada por João Campos, também chama atenção, pois amplia a base de JHC para além do campo conservador, abrindo espaço de diálogo com setores de centro-esquerda.

Apesar de ainda haver indefinições nos bastidores sobre a formação da chapa majoritária, especialmente em relação à escolha do candidato a vice, a coalizão já firmada coloca JHC entre os nomes mais competitivos na corrida pelo Palácio República dos Palmares.

Calheiros seria o principal beneficiado do chamado “acordão” com os Caldas

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Renan Filho e JHC | Foto: Reprodução
O chamado “acordão de Brasília”, expressão que desagrada tanto a aliados dos Calheiros quanto dos Caldas, já era dado como certo nos bastidores. A confirmação, no entanto, partiu de um discreto participante das conversas entre os dois grupos políticos.

A expectativa é de que esse alinhamento seja mantido por um bom tempo, ainda que provoque incômodo em parte da base calheirista. Na prática, o maior beneficiado parece ser Renan Calheiros, o pai, já que Renan Filho tinha — ou ainda tem — outras ambições políticas.

O raciocínio por trás do acordo é simples: manter as “tropas” de ambos os lados em constante mobilização. Nesse cenário, não faltarão vozes dispostas a negar o entendimento — seja por conveniência própria, seja para atender ao comando das lideranças envolvidas.

Lula tem até quinta para sancionar PL da Adultização que regula plataformas digitais

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Presidente Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até a próxima quinta-feira (18) para decidir sobre a sanção do Projeto de Lei (PL) da Adultização, já aprovado pelo Congresso Nacional. A proposta regulamenta o funcionamento das plataformas digitais e tem como prioridade a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual. O debate ganhou força após denúncias de que influenciadores estariam explorando a imagem de menores para fins lucrativos.

Se sancionado, o texto obrigará as grandes empresas de tecnologia — as chamadas big techs — a assumir maior responsabilidade no enfrentamento a conteúdos considerados nocivos.

Paralelamente, o governo federal prepara o envio de outras duas propostas ao Congresso. Uma delas, formulada pelo Ministério da Justiça, prevê que as plataformas possam retirar do ar conteúdos classificados como criminosos ou sensíveis — entre eles fake news, incitação ao terrorismo e material de pedofilia — sem necessidade de ordem judicial. A segunda iniciativa trata da regulação econômica do setor, com foco em impedir práticas de concorrência desleal.

Caminho de Arthur Lira ao Senado ameaça projeto político do filho

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Arthur Lira e Arthuzinho
Arthur Lira Filho, de 24 anos, mais conhecido como “Arthurzinho”, começou a articular sua pré-candidatura a deputado federal. O movimento, porém, esbarra em um fator decisivo: a escolha do pai, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), de disputar uma vaga no Senado em 2026.

Nas últimas eleições, a expressiva votação de Lira como candidato a deputado federal serviu de impulso para aliados, assegurando votos suficientes para ampliar a representação do PP no cálculo do quociente eleitoral e garantir cadeiras na Câmara.

A corrida ao Senado, no entanto, segue outra lógica. O sistema é majoritário e o voto é exclusivamente individual, sem possibilidade de transferência para candidatos proporcionais do mesmo partido. Essa mudança pode enfraquecer diretamente a candidatura de Arthurzinho e reduzir o potencial de apoio aos correligionários que tradicionalmente se beneficiavam da força eleitoral de Lira pai.


Isenção do IR para até R$ 5 mil: Renan Calheiros vai pautar alternativa a texto relatado por Lira

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Renan Calheiros e Arthur Lira | Foto: Reprodução

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta segunda-feira (15/9) que vai colocar em pauta um projeto alternativo para ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda. A medida surge como resposta à demora da Câmara dos Deputados em avançar com a proposta já aprovada em comissão.

Em publicação nas redes sociais, Renan destacou que o objetivo é acelerar a tramitação e garantir que as mudanças possam vigorar a partir do próximo ano, em respeito ao princípio da anualidade. Ele criticou o ritmo da Câmara, que classificou como de “lentidão inegável”. O texto na Casa é relatado pelo deputado e ex-presidente Arthur Lira (PP-AL), seu maior rival político em Alagoas.

“Diante da lentidão inegável e na condição de presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, quero contribuir para agilizar a votação, considerando a relevância que a proposta tem para a sociedade brasileira”, declarou Renan.

A versão relatada por Lira foi aprovada em 16 de julho na comissão especial e teve urgência aprovada em 21 de agosto. Mesmo assim, ainda não chegou ao plenário da Câmara por falta de consenso entre os parlamentares. O texto prevê isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, custeada pelo aumento da tributação sobre os chamados super-ricos.

No Senado, a iniciativa que Renan pretende acelerar tem autoria do líder do MDB, Eduardo Braga (MDB-AM). A proposta amplia a faixa de isenção para rendimentos de até R$ 4.990 e inclui a cobrança de impostos sobre dividendos, reforçando a taxação sobre as camadas mais ricas da população.

PF investiga corrupção eleitoral e cumpre mandados em Barra de Santo Antônio e Maceió

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PF investiga corrupção eleitoral e cumpre mandados em Barra de Santo Antônio e Maceió | Foto: SPFAL

A Polícia Federal em Alagoas deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (12), uma operação para investigar suspeitas de corrupção eleitoral no município de Barra de Santo Antônio, localizado na região Norte do Estado.

Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura, na Guarda Municipal e em residências particulares. As irregularidades apuradas teriam ocorrido durante as eleições de 2024.

Segundo as investigações, materiais de construção comprados pela administração municipal eram repassados diretamente a eleitores de uma comunidade local, com autorização de agentes políticos. A entrega desses itens ocorreu sem vínculo com programas sociais oficiais, sem cadastro prévio e sem critérios de seleção transparentes, em período próximo ao pleito, o que caracteriza fortes indícios de corrupção eleitoral.

Foto: SPFAL
No total, três mandados de busca e apreensão foram executados em Barra de Santo Antônio e em Maceió, todos expedidos pela Justiça Eleitoral da 14ª Zona. O objetivo da ação é identificar os responsáveis, esclarecer a dimensão dos fatos e reforçar o conjunto de provas reunido pela investigação.

Condenação de Bolsonaro a 27 anos divide opiniões da classe política em Alagoas

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Ex-presidente Jair Bolsonaro

A decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão nesta quinta-feira (11), provocou reações distintas entre representantes da classe política alagoana.

Enquanto lideranças de esquerda celebraram o resultado como um avanço para a democracia, apoiadores do ex-chefe do Executivo denunciaram perseguição política e abuso de autoridade.

Entre os que defenderam a condenação, o deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT) ressaltou: “Quem tentou atentar contra a Constituição precisa responder pelos seus atos. O STF cumpriu seu papel, e o Brasil segue em frente na defesa da democracia.”

Na mesma linha, o deputado federal Paulão (PT) classificou a decisão como “um marco histórico para a democracia brasileira”, frisando que, pela primeira vez, um ex-presidente é responsabilizado criminalmente por ataques às instituições.

Aliado do presidente Lula, o senador Renan Calheiros (MDB) reforçou: “O STF confirma a vitória da democracia. Quem conspira para assaltar o poder, anular eleições limpas e assassinar, responde pelos crimes, com garantias da lei.”

Do lado oposto, parlamentares de direita em Alagoas criticaram duramente a condenação. O vereador Leonardo Dias (PL) afirmou que o resultado “não surpreendeu ninguém” e elogiou o voto divergente do ministro Luiz Fux, dizendo que ele “esfregou todas as normativas e desmontou narrativas.”

O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) também contestou a imparcialidade do julgamento: “Os ministros estão nitidamente satisfeitos e felizes com o resultado condenatório. É essa a justiça que se diz imparcial e justa? Que país é esse?”

Já o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) foi ainda mais enfático ao classificar o julgamento como “ditadura escancarada”. Segundo ele, “o mesmo tribunal que livrou os corruptos flagrados roubando bilhões da nação restringe a liberdade do maior líder político do país.”

Crise EUA-Brasil: Vice-secretário americano aponta Moraes como obstáculo para solução

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Crise EUA-Brasil: Vice-secretário americano aponta Moraes como obstáculo para solução

Um alto funcionário do governo dos Estados Unidos expressou ceticismo quanto à resolução da crise diplomática entre o Brasil e os EUA enquanto o Ministro Alexandre de Moraes permanecer em sua posição. A declaração, atribuída ao vice-secretário americano, sugere que a atuação de Moraes no contexto de investigações e decisões judiciais que afetam a relação bilateral tem sido um ponto de atrito significativo.

O vice-secretário, que não teve seu nome divulgado, teria afirmado que a presença de Moraes no comando de processos considerados sensíveis pelas autoridades americanas impede o avanço em direção a um entendimento e à superação das tensões. A fala indica que as ações judiciais em andamento, particularmente aquelas que envolvem figuras políticas e institucionais relevantes para os EUA, são vistas como um entrave para a normalização das relações.

A crise entre as duas nações, cujos detalhes e origem específica não foram totalmente esclarecidos na declaração, parece ter em suas raízes divergências de interpretação ou interferências percebidas em assuntos de interesse mútuo. A menção direta a Alexandre de Moraes sugere que sua influência e decisões no sistema judiciário brasileiro são consideradas um fator determinante na complexidade da situação atual.

O pronunciamento levanta questões sobre a autonomia do judiciário brasileiro e o impacto de suas decisões na política externa do país. A posição americana, ao destacar Moraes como um impedimento, pode indicar uma pressão implícita ou uma sinalização de insatisfação com o curso dos acontecimentos, impactando a diplomacia e as negociações entre Washington e Brasília.

A declaração será, sem dúvida, acompanhada de perto por analistas políticos e diplomatas, que buscarão decifrar as implicações dessa afirmação para o futuro das relações entre os Estados Unidos e o Brasil.

STF: 1ª Turma condena Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão

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Ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Marcelo Chello

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta quinta-feira (11), a definição das penas após decidir, por 4 votos a 1, pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus envolvidos na chamada “trama golpista”. No início da noite, os ministros fixaram a punição do líder da direita brasileira em 27 anos e três meses de prisão.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, foi responsável por propor a dosimetria das penas, que recebeu o respaldo de Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O único a não se manifestar foi Luiz Fux, que optou por não votar.

Bolsonaro foi condenado pelos seguintes crimes:

  • Organização criminosa: 7 anos e 7 meses

  • Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: 6 anos e 6 meses

  • Golpe de Estado: 8 anos e 2 meses

  • Dano qualificado: 2 anos e 6 meses

  • Deterioração de patrimônio tombado: 2 anos e 6 meses

Além da pena de 27 anos e três meses em regime inicialmente fechado, o ex-presidente terá de arcar com 124 dias-multa, cada um correspondente ao valor de dois salários mínimos.

Hugo Motta participa de agenda com Lula em meio à pressão por anistia a Bolsonaro

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Hugo Motta e Lula | Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participa nesta quinta-feira (11) da cerimônia de sanção da lei que institui a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O novo documento será destinado a professores das redes pública e privada. A presença do parlamentar paraibano ocorre em meio à pressão de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que avance no Congresso o projeto de anistia.

Enquanto isso, os debates sobre o tema tomam conta da Câmara, paralelamente ao julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Bolsonaro, acusado de tentar um golpe de Estado.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente pelos crimes de liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado, este último por violência e grave ameaça contra patrimônio da União, com expressivo prejuízo à vítima e deterioração de bem tombado.

Ainda nesta quinta-feira, a Primeira Turma do STF formou maioria pela condenação de Bolsonaro e de outros réus considerados integrantes do núcleo central da tentativa de ruptura institucional. O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, votou pela condenação, sendo seguido por Flávio Dino e Cármen Lúcia. Apenas o ministro Luiz Fux manifestou divergência.

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