Praça Deodoro recebe lideranças políticas, movimentos sociais e populares durante evento de campanha; região teve reforço na segurança e mudanças no trânsito.
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| Foto: Reprodução |
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| Foto: Reprodução |
Lula chegou ao palco acompanhado da primeira-dama Janja da Silva, do governador Paulo Dantas, do senador e candidato à reeleição Renan Calheiros (MDB) e do candidato ao Governo de Alagoas Renan Filho (MDB).
O evento reúne apoiadores, representantes de movimentos sociais, integrantes de partidos políticos e outras lideranças. A mobilização movimentou a região central da capital alagoana.
Para receber o público, a estrutura montada no entorno da praça contou com reforço no policiamento e instalação de banheiros químicos para atender os participantes.
O trânsito também passou por alterações em vias próximas à Praça Deodoro durante a realização do ato, como parte da organização da mobilização política.
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| Foto: Reprodução |
Durante o discurso, Lula afirmou que a eleição envolve a definição do projeto de país desejado pelos eleitores. O presidente também mencionou ações de seus governos nas áreas de combate à fome, educação e permanência de estudantes nas escolas.
Lula citou ainda a expansão de universidades e institutos federais e o programa Pé-de-Meia. Ao falar sobre o Nordeste, destacou problemas históricos relacionados à alimentação, educação e acesso ao ensino superior.
Renan Filho (MDB), candidato ao Governo de Alagoas, apresentou ações de suas gestões anteriores e mencionou investimentos em segurança e saúde. Segundo ele, foram construídos nove hospitais, entre unidades regionais e especializadas.
Também participaram do ato o governador Paulo Dantas, o senador e candidato à reeleição Renan Calheiros (MDB), o candidato ao Senado Dr. Wanderley (MDB) e a primeira-dama Janja da Silva. O evento ocorreu na reta final do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
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| Foto: Reprodução |
A mobilização está marcada para as 19h, na Praça Marechal Deodoro, no Centro da capital. O anúncio foi feito por Renan durante uma agenda pelo estado.
Segundo o candidato, a confirmação da visita ocorreu após uma ligação recebida enquanto ele se deslocava para outra atividade de campanha.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Renan Filho convidou apoiadores para participar do evento e afirmou que o ato será voltado às campanhas dele e de Lula.
A agenda ocorre na reta final do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
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| Foto: Frame LulaOficial/Youtube |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em pronunciamento nacional neste domingo (6), que o Brasil não aceitará interferências externas em decisões políticas, econômicas e comerciais. A fala ocorreu na véspera do Dia da Independência.
Ao defender a autonomia brasileira, Lula afirmou que o país deve decidir livremente sobre suas relações comerciais. “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, declarou. Ele também defendeu que nenhum governo estrangeiro determine de quem o Brasil pode comprar ou para quem pode vender.
O presidente destacou ainda a importância das riquezas naturais brasileiras. Segundo Lula, o país possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, a maior fonte de água doce e novas jazidas de petróleo. Para ele, esses recursos devem contribuir para o desenvolvimento nacional.
Durante o pronunciamento, Lula mencionou a aprovação de um marco legal para recursos estratégicos pelo Congresso Nacional. A medida, segundo o presidente, busca transformar minerais críticos e terras raras em oportunidades para ampliar a produção tecnológica e gerar empregos de qualidade.
Ao tratar da Independência do Brasil, Lula relacionou a soberania nacional à garantia de direitos. Ele defendeu que a população tenha condições de estudar, trabalhar, acessar saúde e educação públicas de qualidade e viver com menos fome, pobreza e desigualdade social.
O presidente também ressaltou o papel do Brasil no exterior, citando a defesa do livre comércio, da paz e das pautas ambientais. Lula afirmou que o país é referência em transição energética e destacou a necessidade de enfrentar a emergência climática que ameaça o futuro da humanidade.
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| Foto: Ricardo Stuckert/PT |
A campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o apoio de mais três grupos evangélicos. A manifestação ocorreu por meio de uma carta aberta divulgada nesta segunda-feira (31).
O documento é assinado pela Associação das Igrejas e Templos Evangélicos de Médio e Pequeno Portes do Estado do Rio de Janeiro, Associação de Mulheres Evangélicas com Cristo e Pela Vida e Movimento Jesus Libertador.
Na carta, as entidades afirmam que Lula mantém compromisso com as famílias e com o respeito às diferentes religiões. Os grupos também citam programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida entre as políticas públicas que consideram alinhadas à proteção social.
A manifestação ocorre em meio à estratégia de Lula de ampliar a aproximação com o eleitorado evangélico. O documento também pede segurança para os candidatos nas eleições deste ano e manifesta apoio à candidatura de Benedita da Silva (PT-RJ) ao Senado.
Este não é o primeiro apoio de um grupo evangélico recebido por Lula na atual campanha. Na semana passada, a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, formada por pastores e teólogos, também divulgou documento favorável à reeleição do presidente.
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| Foto: Reprodução/gazetadopovo |
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (1º) aponta o presidente Lula (PT) na liderança da disputa presidencial, com 38% das intenções de voto no cenário estimulado. Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 30%.
Augusto Cury (Avante) registra 11%, seguido por Renan Santos (Missão), com 7%. Segundo o levantamento, os dois estão tecnicamente empatados. Ronaldo Caiado (PSD) soma 4%, Romeu Zema (Novo), 2%, e outros candidatos, 2%. Brancos e nulos são 3%, mesmo índice dos indecisos.
Na pesquisa espontânea, Lula também lidera, com 35%, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 25%. Cury e Renan aparecem com 4% cada. Caiado tem 2%. Jair Bolsonaro e Pablo Marçal, citados espontaneamente apesar de inelegíveis, registram 1% cada.
Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio, há empate numérico, com 44% para cada. Contra Caiado, Lula aparece com 43% e o candidato do PSD, com 45%. Já diante de Zema e Renan, o petista vence as simulações por 43% a 40% e 44% a 37%, respectivamente.
A Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores por telefone e internet entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-03490/2026.
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| Chegada do presidente Lula em carro aberto para o desfile de 7 de Setembro — Foto: TV Brasil/Reprodução |
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| Imagem do feminicídio | Foto: Reprodução |
Um vídeo encaminhado ao TNH1 registra o momento em que a jovem caminhava por uma rua e é surpreendida pelo agressor. Nas imagens, o homem aplica um golpe de “mata-leão”, derruba a vítima no chão e, em seguida, a agride com várias facadas.
Depois de cometer o crime, o suspeito rouba o telefone da jovem e foge do local. As cenas, por serem de extrema violência, não foram divulgadas pela reportagem.
A Polícia Militar informou que o acusado não possui antecedentes criminais. Até a publicação desta matéria, ele permanecia foragido. O caso será investigado pela Polícia Civil de Alagoas.
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| Brasil dobra o número de moradores de rua no governo Lula |
Aumento expressivo da população de rua Apesar das promessas e da mobilização, os dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (UFMG) mostram um crescimento significativo dessa população.
2023 (lançamento do plano): cerca de 160 mil moradores de rua 2025: 345 mil — aumento superior a 100% em pouco mais de um ano O estudo aponta desigualdades regionais:
Sudeste: reúne mais de 60% desse grupo Norte: menos de 5% São Paulo (capital): cerca de 100 mil pessoas, mais que três vezes o número de uma década atrás Estados com mais moradores de rua (2025) São Paulo – 146.940 Rio de Janeiro – 31.693 Minas Gerais – 31.410 Bahia – 15.045 Paraná – 13.854.
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| Alexandre de Moraes |
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| Deputado Federal Paulão | Foto: Reprodução |
O deputado federal Paulão já declarou publicamente que não pretende disputar mais uma reeleição para a Câmara e que seu objetivo agora é concorrer ao Senado. No entanto, a movimentação política em Brasília indica que esse projeto enfrenta barreiras significativas.
Nos bastidores, a articulação nacional conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva — que deve tentar um novo mandato em 2026 — prioriza a eleição de Renan Calheiros e Arthur Lira ao Senado, reforçando a base de alianças no Congresso.
Esse cenário cria um impasse para Paulão. A cúpula petista tende a não liberar a legenda para uma candidatura que entre em choque com o projeto majoritário que favorece Calheiros e Lira. Na prática, isso mantém como prioridade o esforço de garantir a manutenção da vaga de deputado federal do partido em Alagoas.
A dúvida agora é interna: a sigla vai manter Paulão na disputa pela reeleição ou apostar em outro nome, como Ronaldo Medeiros? Essa definição, que já causa debates intensos no PT local, será estratégica para o alinhamento eleitoral do partido no estado.
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| Donald Trump e Gleisi Hoffmann |
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, foi a primeira integrante do governo Lula a se manifestar publicamente sobre a revogação dos vistos de entrada de oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pelos Estados Unidos. Em declaração oficial, Gleisi classificou a medida como uma “afronta ao Judiciário e à soberania nacional”.
Segundo a ministra, a iniciativa teria sido articulada por Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, em parceria com o ex-presidente norte-americano Donald Trump. Ela sustenta que a ação visa retaliar decisões tomadas pelo STF e representa uma tentativa de interferência internacional para proteger aliados do ex-presidente brasileiro de possíveis punições judiciais.
Apesar da gravidade do gesto, Gleisi afirmou que o Supremo tende a sair fortalecido, justamente por manter sua atuação firme na defesa da Constituição e da legalidade.
Até o momento, o STF não divulgou posicionamento oficial sobre as sanções impostas pelo governo norte-americano.
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| Campanha do Governo Federal sobre o Pix |
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| Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula |
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| Foto: Reprodução |
A conexão política da Unisol é evidenciada em sua liderança. O presidente da organização, Arildo Mota Lopes, é um ex-diretor do sindicato, enquanto um dos atuais diretores, Carlos José Caramelo Duarte, também ocupa o cargo de vice-presidente da mesma entidade sindical. Ambos os dirigentes são filiados ao PT.
Conforme a apuração, parte da verba pública foi destinada pela ONG à realização de um curso de "formação em direitos humanos". O conteúdo do curso deu ênfase ao que a própria entidade classifica como o "golpe contra Dilma", referindo-se ao processo de impeachment da ex-presidente.
Na justificativa oficial do projeto, a Unisol argumenta que, após o afastamento de Dilma, o Brasil atravessou um período de cinco anos de "desmonte das políticas públicas", com prejuízos à sociedade. O texto defende que "apenas com organização e educação popular é possível fortalecer a sociedade civil para evitar possíveis ataques aos direitos humanos e à democracia".
Com o objetivo declarado de construir uma "rede de defesa de direitos humanos", o projeto promoveu seminários para cerca de 300 pessoas e produziu 3.000 cartilhas para que os participantes pudessem "multiplicar os conhecimentos adquiridos".
| Lula | Foto: Reprodução |
As CPIs, tradicionalmente utilizadas pela oposição, têm o poder de paralisar a pauta do Congresso, imobilizando discussões cruciais, como os pacotes do Imposto de Renda e da Segurança. Além disso, ao expor a corrupção no INSS, a CPI acaba dividindo a atenção da mídia e da sociedade com o julgamento de Bolsonaro no STF, criando um ambiente de instabilidade para o governo.
Davi Alcolumbre e Hugo Motta, conhecidos por sua habilidade política, têm se mostrado pragmáticos, embora, ao longo do tempo, suas lealdades podem ser testadas, especialmente com as movimentações que visam 2026, a sucessão presidencial. Ambos têm se comprometido com a governabilidade, mas sabem que sua posição pode ser colocada à prova conforme a popularidade de Lula continua a cair.
A recente federação partidária entre PP e União Brasil, que une legendas historicamente anti-PT, como o ex-DEM e o ex-PSL, também serve como um aceno à oposição, ao bolsonarismo e um sinal de alerta para o governo. Com 109 deputados, 14 senadores, 1.330 prefeitos, e seis governadores, a federação é uma força considerável, contando também com quatro ministros no governo. O evento de lançamento, marcado pela ausência de representantes do Planalto, contou com a presença de figuras importantes da oposição, como Valdemar Costa Neto e Sóstenes Cavalcanti, do PL, e Ciro Nogueira, presidente do PP, ex-ministro de Bolsonaro e ferrenho opositor de Lula.
O principal desafio para o governo de Lula é, sem dúvida, a relação com o Congresso, onde a sensação de fragilidade é crescente. Com aliados cujas lealdades podem se dissipar à medida que as eleições de 2026 se aproximam, a base de apoio do presidente parece cada vez mais instável. Mesmo com toda sua trajetória de líder sindical, Lula se vê, hoje, incapaz de avançar em pautas essenciais, e a imagem do presidente no Primeiro de Maio, isolado no Palácio da Alvorada, é um retrato da fragilidade de seu governo neste momento político.
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| Governo Federal pede que governadores zerem ICMS | Foto: Reprodução |
| Presidente Lula | Foto: Reprodução |
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| Nísia Trindade e o presidente Lula | Foto: Hugo Barreto/Metrópoles |
O presidente Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, nesta terça-feira (25/2). Ela será substituída no cargo por Alexandre Padilha (PT), atual ministro das Relações Institucionais.
A demissão foi comunicada por Lula em reunião com a ministra no Palácio do Planalto, no início da tarde. Além de Nísia, o próprio Padilha participou do encontro, segundo apurou a coluna.
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Para o lugar de Padilha na Secretaria de Relações Institucionais, um dos nomes mais cotados é o do atual líder do governo na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE), segundo apurou a coluna.
Nísia já vinha sendo fritada por Lula nos bastidores há pelo menos duas semanas. Na semana passada, o próprio presidente avisou a auxiliares que trocaria sua ministra da Saúde.
A demissão de Nísia ocorreu horas após ela realizar seu último evento como ministra no Planalto ao lado de Lula: uma cerimônia para anunciar parcerias para produção de vacinas.
Segundo apurou a coluna, Lula também teve uma reunião com Nísia antes desse evento. A conversa teve a participação de outros ministros, como Rui Costa, da Casa Civil.
Funcionária concursada da Fundação Oswaldo Cruz, Nísia estava como ministra da Saúde desde o início do governo Lula, em janeiro de 2023. Sua indicação era atribuída a Padilha.
Após ser oficialmente avisado por Lula que assumirá o Ministério da Saúde, Padilha voltou para o seu gabinete no quarto andar do Planalto e se reuniu com seus principais auxiliares.
Padilha voltará ao Ministério da Saúde após mais de 10 anos. Ele foi titular da pasta entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014, período do governo Dilma Rousseff.
*Metrópoles