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Trabalhadores dos Correios fazem protesto em Maceió por reajuste salarial

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Sindicato cobra avanço nas negociações, critica fechamento de agências e alerta para possibilidade de greve

Foto: Reprodução


O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Alagoas (Sintect-AL) realiza, nesta quarta-feira (2), um protesto na entrada do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE), no Tabuleiro do Martins, em Maceió.

O ato ocorre durante as negociações da Campanha Salarial do Acordo Coletivo de Trabalho. A categoria cobra avanços nas propostas e denuncia o que considera um processo de sucateamento dos Correios.

Segundo o sindicato, a empresa apresentou reajuste de 0,87%, enquanto a inflação acumulada citada pela entidade é de 4,35%. A categoria afirma que a proposta representa perda salarial e cobra maior valorização dos trabalhadores.

O Sintect-AL também critica o fechamento de agências, alegando que a medida pode afetar empregos e reduzir o atendimento à população. A entidade defende a manutenção dos postos de trabalho e dos Correios como empresa pública.

Indicativo de greve

Durante o protesto, o sindicato também pretende alertar a direção dos Correios sobre a possibilidade de paralisação. A entidade afirma que o ato é um aviso à gestão diante da falta de avanços nas negociações.

Estudantes protestam contra Flávio Bolsonaro durante carreata em Maceió

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Ato ocorreu nas proximidades da Ufal e reuniu entidades estudantis que fizeram críticas à direita e defenderam pautas ligadas à educação


Foto: Reprodução

Um grupo de estudantes realizou uma manifestação na manhã desta terça-feira (25), durante a passagem da carreata do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela região da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em Maceió.

Representantes da União da Juventude Socialista (UJS), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e da União Nacional dos Estudantes (UNE) participaram do ato. Uma faixa foi colocada em uma passarela de acesso à universidade.

Os manifestantes fizeram críticas à presença de Flávio Bolsonaro no estado e a integrantes da direita alagoana, citando JHC (PSDB) e Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa do senador.

Durante o protesto, estudantes também questionaram propostas que, segundo eles, poderiam prejudicar o ensino público. O grupo defendeu o fortalecimento das universidades, investimentos em ciência e a continuidade da Lei de Cotas.

A mobilização ocorreu enquanto a carreata seguia para o Centro de Maceió. Para os participantes, o ato representou uma forma de demonstrar a insatisfação de parte do movimento estudantil com o avanço de grupos de direita no cenário político alagoano.


Indígenas bloqueiam trechos de rodovias em Alagoas em mobilização contra o marco temporal

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Foto: Reprodução

Protestos ocorrem na BR-101, em Joaquim Gomes, e na BR-423, em Água Branca; movimento também defende a demarcação de territórios indígenas

Indígenas da comunidade Wassu Cocal interditaram, na manhã desta quarta-feira (12), um trecho da BR-101, em Joaquim Gomes, na Zona da Mata de Alagoas. O ato integra uma mobilização nacional dos povos indígenas contra o marco temporal e pela demarcação dos territórios tradicionais.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a rodovia permanece interditada e, até o momento, não há previsão para a liberação da pista. O bloqueio afeta o tráfego em uma das principais rodovias de ligação de Alagoas.

Outro protesto foi registrado na BR-423, na região do povoado Maria Bode, em Água Branca, no Alto Sertão do estado. O trecho também foi bloqueado por indígenas durante a mobilização.

Participam dos atos representantes dos povos Katokinn, Karuazu e Jiripankó, de Pariconha; Koiupanká, de Inhapi; Kalankó, de Água Branca; e Kraunã, de Olho d’Água do Casado. Em Joaquim Gomes, a mobilização reúne integrantes da comunidade Wassu Cocal e ocorre em parceria com indígenas Xukuru-Kariri, de Palmeira dos Índios.

Além da defesa da demarcação dos territórios, as lideranças reivindicam mudanças na condução das discussões relacionadas ao marco temporal. Entre os pedidos está a realização dos debates de forma presencial, em vez do formato virtual adotado atualmente.

Julgamento no STF

O julgamento e a análise dos recursos relacionados ao marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF) começaram no dia 7 de agosto e têm previsão de prosseguir até o dia 18 deste mês.

O marco temporal é uma tese jurídica segundo a qual os povos indígenas teriam direito à demarcação apenas das terras que ocupavam ou que estavam sob disputa judicial em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.

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