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TST julga dissídio coletivo da greve dos trabalhadores da Caixa nesta terça-feira (29)

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Paralisação começou em 10 de setembro e envolve impasse nas negociações do acordo coletivo, principalmente sobre o custeio do Saúde Caixa


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga nesta terça-feira (29) o dissídio coletivo relacionado à greve dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal. A paralisação começou em 10 de setembro.

O acordo coletivo da categoria está vencido desde 31 de agosto. Segundo a Caixa, as negociações não avançaram principalmente por causa da proposta para o novo modelo de custeio do Saúde Caixa.

Representados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), os empregados contestaram o dissídio no sábado (26).

Na manifestação, os trabalhadores defenderam a legalidade da paralisação e afirmaram que o impasse não pode ser atribuído à categoria. Também alegaram que mudanças sobre o Saúde Caixa não devem ser definidas unilateralmente.

Segundo os empregados, foram 13 rodadas de negociação, além de mediação com o Ministério Público do Trabalho (MPT), assembleias nacionais e comunicação prévia sobre a greve.

Liminar

Em decisão do último dia 25, o ministro Mauricio Godinho Delgado determinou que pelo menos 60% dos empregados permaneçam em atividade em cada agência, presencialmente ou de forma remota. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 100 mil ao sindicato responsável.

A Caixa havia pedido que 80% do quadro continuasse trabalhando, alegando impactos em serviços essenciais. O ministro também rejeitou o pedido para impedir ações que dificultassem o acesso às agências, destacando que a legislação já exige que a greve seja conduzida de forma pacífica.

TST determina que Caixa mantenha 60% dos empregados em atividade durante greve

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Decisão prevê multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento e mantém provisoriamente cláusulas do acordo coletivo vigente.

Foto: Reprodução

O ministro Mauricio Godinho Delgado, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinou que a Caixa Econômica Federal mantenha ao menos 60% dos empregados em serviço por agência, presencialmente ou de forma remota.

A decisão prevê multa diária de R$ 100 mil à entidade sindical que descumprir a determinação. A liminar foi concedida em ação movida pela Caixa contra entidades representantes dos trabalhadores.

A empresa havia pedido que 80% dos funcionários permanecessem em atividade, alegando impactos em serviços essenciais, como compensação bancária e pagamento de benefícios sociais.

A liminar também manteve provisoriamente as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2024/2026 até o julgamento definitivo. O ministro não proibiu atividades grevistas, destacando o direito constitucional de greve.

O julgamento do dissídio coletivo está marcado para terça-feira (29/9), às 14h30, pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST. A greve começou em 10/9, após o fim do ACT em 31/8. 

Caixa busca acordo para encerrar greve dos bancários sem recorrer ao TST

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Paralisação nacional chega ao 13º dia nesta quarta-feira (23), enquanto banco avalia solução para o impasse envolvendo o Saúde Caixa.

Foto: Reprodução

A Caixa Econômica Federal busca uma solução negociada para encerrar a greve dos bancários, sem reabrir formalmente a mesa com os sindicatos. Por enquanto, o banco também não deve levar o caso ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A paralisação começou em 10 de setembro e chega ao 13º dia nesta quarta-feira (23). O principal ponto de divergência envolve mudanças no custeio do Saúde Caixa, propostas pela instituição para os próximos anos.

A Caixa elevou de 6,5% para 9% o limite de participação no custeio do plano a partir de 2027. A proposta prevê contribuição de 3,7% da remuneração-base para titulares e valores específicos para dependentes, além da manutenção do pacto intergeracional.

Segundo o banco, não haverá reajuste nas mensalidades em 2026 e a instituição assumirá o déficit do plano. A Caixa também afirma que os pagamentos de benefícios, como Bolsa Família e Pé-de-Meia, seguem normalmente.

Durante a greve, clientes podem utilizar canais digitais, caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui para serviços bancários. Algumas etapas de financiamentos imobiliários e processos que dependem de atendimento interno podem, porém, sofrer atrasos.

 

Greve dos Correios chega à segunda semana; dissídio será julgado na segunda-feira (21)

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Paralisação tem como principal impasse mudanças no plano de saúde e ocorre com determinação de manutenção de 80% do efetivo


Foto: Agência Brasil

A greve dos funcionários dos Correios ultrapassou uma semana em todo o país. O julgamento do dissídio coletivo está marcado para segunda-feira (21/9), às 13h30. A principal divergência entre trabalhadores e empresa envolve mudanças no plano de saúde.

A categoria contesta a intenção dos Correios de deixar a condição de mantenedora e passar à de patrocinadora do Correios Saúde. Segundo os sindicatos, a alteração pode aumentar os custos e as mensalidades para funcionários, aposentados e dependentes.

Os trabalhadores rejeitaram a proposta inicial de reajuste de 0,87%. Entre as reivindicações estão recomposição salarial de acordo com a inflação, ganho real, retorno do adicional de 70% sobre as férias e pagamento de 200% pelo repouso ou feriado trabalhado.

A categoria também é contra a extinção de gratificações específicas, como as destinadas a motoristas e relacionadas à quebra de caixa, além do vale extra de Natal. A Federação Interestadual dos Empregados dos Correios (Findect) criticou a falta de avanço nas negociações.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a manutenção de 80% do efetivo em cada unidade durante a paralisação. O presidente da Corte, ministro Vieira de Mello Filho, considerou a essencialidade dos serviços e o impacto no período eleitoral de 2026.

Em nota, os Correios afirmaram que mantêm os serviços em todo o país e adotam medidas para reduzir os efeitos da paralisação, como remanejamento de veículos e mutirões. A empresa orienta clientes a acompanhar encomendas pelo site ou aplicativo e disponibiliza atendimento por telefone, chat e Fale Conosco.

Greve dos Correios segue com 80% do efetivo exigido pelo TST; julgamento será no dia 21

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Paralisação nacional continua por tempo indeterminado enquanto empresa e trabalhadores negociam; principal impasse envolve o plano de saúde da categoria


Foto: Correios

A greve dos trabalhadores dos Correios continua por tempo indeterminado, mas uma decisão liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que pelo menos 80% do efetivo permaneça trabalhando em cada unidade da estatal durante a paralisação.

A medida alcança setores essenciais ao funcionamento da cadeia postal, incluindo atendimento ao público, tratamento de encomendas, transporte, distribuição e áreas administrativas ou de suporte.

A paralisação começou na noite de quinta-feira (10/9), após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela empresa. Segundo a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios e das Empresas de Comunicações (Findect), 35 assembleias aprovaram o movimento.

Entre os principais pontos de discordância está o plano de saúde destinado a funcionários, aposentados e dependentes. Os Correios afirmam que a proposta preservava 78 das 80 cláusulas do acordo coletivo e previa reajuste pelo INPC nos salários e benefícios.

O dissídio coletivo será julgado pelo TST em 21 de setembro, às 13h30. Até lá, os Correios dizem adotar medidas para reduzir os impactos da paralisação, enquanto a empresa enfrenta dificuldades financeiras e busca um empréstimo de R$ 7 bilhões para sua reestruturação.

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