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Lei prevê atendimento de emergência por WhatsApp em Alagoas

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Medida contempla seis serviços estaduais e mantém os números telefônicos tradicionais; implantação depende de regulamentação do Poder Executivo

Foto: Reprodução/ Getty Images

A Lei nº 10.087/2026, transformada em lei em 21 de outubro, prevê a criação de canais de atendimento por aplicativos de mensagens para serviços estaduais de emergência em Alagoas.

A medida abrange a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a Defesa Civil estadual, o Instituto Médico Legal (IML) e o Serviço de Verificação de Óbitos.

Os canais deverão ser monitorados por profissionais capacitados, com medidas para garantir o sigilo das informações e a proteção dos dados pessoais dos usuários.

Os números tradicionais continuarão funcionando: 190 para a Polícia Militar, 192 para o Samu e 193 para o Corpo de Bombeiros. O atendimento por mensagens será complementar, sem substituir as ligações.

A implantação depende de regulamentação do Poder Executivo. A proposta que originou a lei é de autoria do deputado estadual Cabo Bebeto (PL).

Alagoas registra queda de 16,6% nos crimes violentos contra o patrimônio

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Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam redução de roubos entre 2024 e 2025; em Maceió, bairros atendidos pela Ronda no Bairro tiveram quedas de até 64% no primeiro semestre de 2026.

Foto: Agência Alagoas

Alagoas registrou redução de 16,6% nos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs) entre 2024 e 2025, segundo dados da Central de Atendimento e Despacho da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).

O levantamento aponta que o estado ocupa a terceira posição entre as menores taxas desse tipo de crime no Nordeste, atrás de Sergipe e Paraíba.

Os registros de roubos a estabelecimentos comerciais caíram de 7.261, em 2024, para 6.057, em 2025. Foram 1.204 ocorrências a menos. A taxa por 100 mil habitantes recuou de 225,5 para 188,1.

Em Maceió, dados do primeiro semestre de 2026 indicam redução dos CVPs em quatro regiões atendidas pelo programa Ronda no Bairro. A maior queda foi registrada na Orla, com 64%.

Na sequência aparecem Benedito Bentes, com redução de 54%, e Jacintinho, com 50%. Os números se referem ao período de janeiro a junho deste ano.


Ufal aciona órgãos de segurança após ameaças e cobra identificação dos envolvidos em Arapiraca

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Universidade relata insultos e agressões verbais contra professora e estudantes e pede reforço no policiamento dos campi de Arapiraca e Maceió.

Foto: Reprodução

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou uma nota de esclarecimento nesta sexta-feira (9/10) após as ameaças e intimidações relatadas na noite anterior no campus de Arapiraca.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, cerca de dez homens chegaram em duas caminhonetes com adesivos da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e teriam abordado integrantes da comunidade acadêmica.

A instituição informou que acionou órgãos estaduais e federais, além da Prefeitura e da Câmara Municipal de Arapiraca, para solicitar a apuração dos fatos e a identificação dos responsáveis.

A Ufal também pediu reforço no monitoramento e nas ações de segurança nos perímetros dos campi de Arapiraca e Maceió. A medida busca prevenir confrontos e garantir a segurança da comunidade universitária.

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A gestão central da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vem esclarecer à sociedade alagoana e a toda a comunidade universitária que já tomou providências junto aos órgãos de Segurança Pública do estado e à Polícia Federal para que seja feita apuração dos fatos registrados ontem à noite, no Campus Arapiraca.

Presta total apoio e solidariedade à docente e aos estudantes que sofreram insultos e agressões verbais dentro da unidade em Arapiraca, além de rechaçar qualquer tipo de intimidação em relação aos atos organizados pelo movimento estudantil no Campus A.C. Simões, em Maceió.

A gestão vê com muita preocupação esse tipo de intervenção de agentes públicos ou quaisquer outras pessoas, que não têm o direito de entrar em uma instituição pública e ameaçar a comunidade acadêmica. O espaço universitário é plural, diverso e democrático e deve ser respeitado.

Diante da gravidade dos fatos ocorridos, a Ufal reafirma o compromisso inegociável com a integridade física, a liberdade de manifestação e a segurança de estudantes, docentes, técnicos-administrativos e terceirizados, a Reitoria informa que já tomou as seguintes providências:

1. Enviou expediente à Secretaria de Segurança Pública, à Superintendência da Polícia Federal em Alagoas, ao Ministério Público Federal, ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AL), à Prefeitura e à Câmara Municipal de Vereadores de Arapiraca, com o intuito de solicitar apoio institucional imediato, apuração rigorosa dos fatos e a identificação dos responsáveis pelas ameaças.

2. Também solicitou reforço no monitoramento e nas ações ostensivas de segurança nos perímetros dos campi, em Maceió e Arapiraca, com o objetivo de prevenir confrontos, conter eventuais atos de violência e garantir o funcionamento seguro e democrático da vida universitária.

A gestão da Universidade reforça, ainda, que não tolera qualquer forma de violência, intimidação ou coerção dentro de seus espaços acadêmicos e reafirma o papel da universidade pública como um ambiente livre, democrático, pautado pelo diálogo, pelo respeito à diversidade e pelo livre direito de pensar e de manifestação.

Maceió, 9 de outubro de 2026

Universidade Federal de Alagoas

Gestão Central

Lei Seca em Alagoas: venda de bebidas será proibida das 3h às 18h no dia da eleição

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Portaria da Secretaria de Segurança Pública determina restrição das 3h às 18h de 4 de outubro e prevê fiscalização em todo o estado.

Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) publicou nesta sexta-feira (25) a Portaria nº 1.138/2026, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas durante o dia das Eleições 2026.

A chamada Lei Seca será válida das 3h às 18h do domingo (4/10), em todo o território alagoano. A medida alcança hotéis, bares, restaurantes, estabelecimentos similares e vendedores ambulantes.

Segundo a portaria, assinada pelo secretário Flávio Saraiva da Silva, o descumprimento da determinação poderá configurar infração penal. A fiscalização ficará sob responsabilidade das forças de segurança estaduais e municipais.

O documento foi encaminhado às direções da Polícia Civil de Alagoas (PC-AL), Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) e Polícia Federal (PF), além de órgãos municipais e entidades que representam os setores de bares, restaurantes e hotéis.

A SSP-AL afirma que a medida busca preservar a ordem pública, a tranquilidade e a segurança dos eleitores durante a votação. 

Saques de R$ 5 milhões em 10 dias levam dois homens à delegacia em Maceió

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Dupla foi abordada após retirada de R$ 2 milhões em espécie de uma agência bancária no bairro Farol


Foto: Ascom SSP-AL

Cinco saques realizados em 10 dias movimentaram R$ 5,084 milhões e chamaram a atenção das autoridades de Alagoas e Sergipe. Na sexta-feira (18/9), dois homens foram conduzidos após a retirada de R$ 2 milhões em uma agência no Farol.

Os suspeitos, identificados como Maurício e Leopoldo, são funcionários da Ceilurb, empresa prestadora de serviços de iluminação pública. Eles disseram à polícia que fizeram o saque a pedido da proprietária da empresa, que ainda não foi ouvida.

Segundo as autoridades, a origem e o destino do dinheiro continuam sendo investigados. A movimentação já era acompanhada pela Segurança Pública de Sergipe, que acionou as forças alagoanas sobre o último saque.

Em coletiva nesta segunda-feira (21/9), o tenente-coronel Patrick Madeiro informou que foram cinco retiradas: R$ 1 milhão, R$ 84 mil e outras duas de R$ 2 milhões. Os valores somam R$ 5,084 milhões.

Após a saída de um dos homens da agência, equipes abordaram o veículo utilizado pela dupla. Conforme a Segurança Pública, cerca de R$ 2 milhões em espécie foram encontrados durante a ação integrada entre Alagoas e Sergipe.

Os dois homens e o dinheiro foram encaminhados à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco). Maurício e Leopoldo prestaram depoimento e foram liberados. A investigação sobre a movimentação financeira continua.

Operação Pater prende cinco suspeitos ligados ao tráfico de drogas em Maceió e Marechal Deodoro

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Ação da Segurança Pública e do Ministério Público cumpre 16 mandados e investiga grupo que teria ligação com o Comando Vermelho e lideranças escondidas no Rio de Janeiro

Foto: Reprodção/video

 A Operação Pater foi deflagrada nesta quarta-feira (9) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL) e pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).

Até o momento, cinco pessoas foram presas durante o cumprimento de 16 mandados judiciais expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. São oito de prisão, sete de busca e apreensão e uma medida cautelar.

A ação ocorre nos bairros da Levada e Cidade Universitária, em Maceió, e no município de Marechal Deodoro. Segundo as investigações, o grupo atua no tráfico de drogas e no porte ilegal de armas e teria ligação com o Comando Vermelho (CV).

A investigação identificou uma estrutura de liderança que utilizaria ações de aparente assistência à comunidade para obter apoio, exercer controle territorial e aliciar pessoas para atividades criminosas. O nome Pater significa “pai” ou “patriarca” em latim e faz referência a essa característica.

Cerca de 50 agentes participam da operação, incluindo equipes da Polícia Militar (PM),Polícia Civil e demais unidades especializadas. Denúncias sobre atividades criminosas podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181.

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