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Favorecimento: operação mira suposto esquema que ligaria juiz a empresas imobiliárias

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Investigação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; segundo a PF, familiares do magistrado teriam recebido vantagens de empresas beneficiadas por decisões judiciais


Foto: Assessoria

A Polícia Federal (PF) cumpre seis mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (8), em Icaraí, Niterói, no Rio de Janeiro. A Operação Em Nome do Pai investiga suspeitas de corrupção envolvendo um juiz estadual.

Segundo a PF, informações da Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Rio apontaram que o magistrado teria favorecido empresas do setor imobiliário por meio de decisões judiciais.

Em contrapartida, as empresas são suspeitas de oferecer vantagens a familiares do juiz, incluindo imóveis, descontos comerciais e pagamentos indiretos a pessoas físicas e jurídicas ligadas aos investigados.

A investigação aponta que os atos de corrupção teriam ocorrido quando o magistrado atuava na primeira instância. Já as suspeitas de lavagem de dinheiro teriam continuado posteriormente.

Os investigados são apurados por possíveis crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção. Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Grupo usava identidades falsas e biometria de idosos para fraudar benefícios do BPC

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Investigação aponta que esquema utilizava dados biométricos de pessoas vulneráveis para criar beneficiários fictícios e teria causado prejuízo de R$ 86 milhões aos cofres públicos

Foto: Reprodução/Agência Brasil

A Justiça Federal recebeu, nesta terça-feira (6), a denúncia contra 35 suspeitos de integrar um esquema que teria criado identidades falsas para fraudar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A decisão é da 1ª Vara Federal Criminal de Governador Valadares.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o grupo usava impressões digitais e rostos de idosos como “dublês biométricos” para obter documentos de pessoas inexistentes. A investigação aponta 457 benefícios fraudados e prejuízo estimado em R$ 86 milhões.

Após a concessão, integrantes do grupo teriam controlado cartões, realizado saques, atualizado cadastros e solicitado reativações. Perícias da Polícia Federal identificaram a mesma impressão digital associada a diferentes identidades, com mais de 170 laudos citados na denúncia.

O juiz Leonardo Araújo de Miranda Fernandes manteve a prisão preventiva de 19 réus. Outros três cumprem medidas cautelares e três não foram localizados. Segundo a decisão, ainda havia registros de saques de benefícios apontados como fraudulentos até 31 de julho.

A Operação Leste do Espinhaço foi deflagrada em 25 de agosto, com 91 medidas judiciais em nove cidades de Minas Gerais e em São Gabriel da Palha (ES). A investigação também deverá apurar outros envolvidos e possível lavagem dos valores desviados.

Alagoas registra 27 casos eleitorais sob investigação da Polícia Federal

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Painel atualizado nesta terça-feira (6) mostra apurações no estado em meio a 1.350 inquéritos instaurados pela corporação em todo o país


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Alagoas aparece com 27 casos no painel de investigações eleitorais da Polícia Federal (PF), consultado nesta terça-feira (6). A ferramenta reúne apurações em andamento nos estados e é atualizada conforme novos registros são incluídos ou modificados pela corporação.

O levantamento nacional contabilizava 1.350 inquéritos policiais instaurados. O número estadual não representa condenações ou comprovação das irregularidades, já que as investigações têm justamente a finalidade de verificar os fatos, reunir provas e identificar possíveis responsáveis.

Entre as apurações recentes no estado estão ações realizadas em Maceió e Rio Largo. Em 29 de setembro, a PF apreendeu R$ 590 mil em espécie na capital durante investigação sobre suspeitas de corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de capitais.

Em Rio Largo, no dia 2 de outubro, foram apreendidos mais de R$ 500 mil e três pessoas foram presas sob suspeita de corrupção eleitoral e lavagem de capitais. No dia seguinte, outra abordagem na BR-101 resultou na prisão em flagrante de um homem com cerca de R$ 79 mil, dez cheques que somavam aproximadamente R$ 866 mil e materiais de campanha.

Durante o primeiro turno, a atuação da PF em todo o país resultou na abertura de 49 inquéritos e na lavratura de 100 termos circunstanciados até as 23h59 de 4 de outubro. Ao todo, 204 pessoas foram conduzidas a delegacias e R$ 2,85 milhões em bens e valores foram apreendidos.

As ocorrências foram registradas em 23 estados e no Distrito Federal, incluindo Alagoas. Entre os principais crimes investigados estão corrupção eleitoral e propaganda eleitoral irregular, especialmente situações relacionadas à possível compra de votos. Os dados do painel permanecem sujeitos a novas atualizações.

Alagoas está entre estados com ocorrências em operação da PF que apreendeu R$ 2,8 milhões nas eleições

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Primeiro turno teve 204 pessoas conduzidas a delegacias e investigações sobre compra de votos e propaganda eleitoral irregular


Foto: Assessoria

A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 2,8 milhões durante ações de prevenção e repressão a crimes eleitorais no primeiro turno das eleições, realizado neste domingo (4). Alagoas esteve entre os estados onde foram registradas ocorrências.

Do valor apreendido em todo o país, R$ 520 mil estavam em espécie. O restante correspondia a bens recolhidos durante as operações realizadas pela PF ao longo do dia de votação.

Até as 23h59 de domingo, foram instaurados 49 inquéritos policiais e lavrados 100 termos circunstanciados de ocorrência (TCs). Ao todo, 204 pessoas foram conduzidas a delegacias durante as ações.

As principais ocorrências identificadas pelos policiais foram relacionadas à compra de votos e à propaganda eleitoral irregular. Além de Alagoas, houve registros no Distrito Federal e em outros 22 estados.

No acumulado de 2026, a PF já abriu 1.342 inquéritos para investigar crimes eleitorais. O maior número foi registrado no Rio de Janeiro, com 156, seguido por Maranhão, com 135, Ceará, com 120, e São Paulo, com 98.

A PF também disponibiliza uma ferramenta para consulta das investigações de crimes eleitorais em andamento no país. O levantamento permite acompanhar os procedimentos instaurados durante o período eleitoral.

PF mira contratos da Prefeitura de Capela e bloqueia R$ 4,67 milhões

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Operação investiga suspeitas de desvio de recursos federais, direcionamento de licitações e superfaturamento em serviços de locação de veículos e máquinas

Foto: reprodução


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (15/9) a Operação Rota Paralela para investigar um possível esquema de desvio de recursos federais em contratos da Prefeitura de Capela, na Zona da Mata de Alagoas.

Com apoio da Controladoria-Geral da União em Alagoas (CGU/AL), os agentes cumprem 12 mandados de busca e apreensão em Capela, Maceió, Rio Largo e Atalaia. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 4,67 milhões em bens.

Segundo a investigação, recursos repassados ao município entre 2018 e 2024 podem ter sido desviados em contratos para aluguel de veículos e máquinas. Licitações teriam sido direcionadas para uma empresa do setor.

A PF identificou ainda indícios de irregularidades nos processos licitatórios e na fiscalização dos contratos. Parte dos serviços pagos pode não ter sido executada integralmente, além de suspeitas de superfaturamento.

A Justiça determinou o afastamento de servidores investigados, mas a PF não informou quantos. Os envolvidos podem responder por fraude em licitações,peculato,lavagem de dinheiro,restrição da concorrência e associação criminosa.

PF pede quebra de sigilos de secretário de JHC em investigação sobre R$ 97 milhões do Iprev

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Medida atinge João Felipe Borges, titular da Fazenda de Maceió, e busca esclarecer operações envolvendo recursos do instituto de previdência no Banco Master


Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) solicitou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de João Felipe Alves Borges, secretário da Fazenda de Maceió na gestão de JHC, no âmbito da investigação que apura a aplicação de R$ 97 milhões do Iprev no Banco Master. As informações são do 082 Notícias. 

Segundo a apuração policial, o acesso aos dados pretende auxiliar na reconstrução do caminho dos recursos, identificação de transferências e possíveis contrapartes, além da análise da evolução patrimonial e de eventual existência de vantagens relacionadas às operações.

Borges integra o Conselho de Administração do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). Conforme documentos mencionados na investigação, ele também atuou anteriormente no sistema previdenciário de Campos dos Goytacazes (RJ), período relacionado à Operação Rebote.

A Polícia Federal também citou a empresa Crédito & Mercado, que participou como intermediária das operações com o Banco Master. De acordo com o relatório policial, a empresa já havia sido mencionada em investigação envolvendo o instituto de previdência de Campos dos Goytacazes.

A investigação ainda está em andamento e não representa, por si só, conclusão sobre eventual responsabilidade dos citados. Os pedidos de acesso aos dados fazem parte das diligências para esclarecer as operações, que envolveram R$ 80 milhões aplicados em dezembro de 2023 e R$ 17 milhões em maio de 2024. A defesa dos envolvidos poderá se manifestar nos autos.

MP Eleitoral investiga Rico Melquiades após vídeo com suposta coação eleitoral em Alagoas

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Influenciador teria pressionado funcionárias sobre preferências políticas e ameaçado demitir uma delas; caso será encaminhado à Polícia Federal para apuração criminal


Foto: Reprodução Instagram/@ricoofi

O Ministério Público Eleitoral em Alagoas (MPE) instaurou procedimento para apurar uma possível prática de coação eleitoral atribuída ao influenciador Rico Melquiades. O caso envolve um vídeo publicado nas redes sociais no sábado (12/9).

Na gravação, quatro mulheres aparecem ao lado do influenciador, que questiona quem paga os salários delas e pergunta sobre preferências político-partidárias. Em determinado momento, uma das trabalhadoras é associada a um partido e ouve ameaças de demissão.

Para o procurador regional eleitoral em Alagoas, Marcial Duarte Coêlho, a situação não pode ser tratada como brincadeira quando envolve uma relação de trabalho. Segundo ele, emprego e salário não podem ser utilizados para pressionar trabalhadores por suas escolhas políticas.

O caso será encaminhado à Polícia Federal para apuração na esfera criminal, diante de possível enquadramento no artigo 301 do Código Eleitoral. O MPE também pretende levar a situação à Justiça Eleitoral para buscar medidas que impeçam a continuidade ou repetição da conduta.

O Ministério Público Eleitoral reforçou que o voto é livre e secreto e que nenhum trabalhador é obrigado a revelar ao empregador sua escolha política. Denúncias de ameaças ou constrangimentos relacionados ao voto podem ser encaminhadas aos órgãos eleitorais, com provas como vídeos, áudios, fotos e links.

STF retira sigilo de 15 procedimentos ligados ao Banco Master

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Decisão de André Mendonça atende a pedido de Edson Fachin; documentos que possam comprometer diligências futuras continuam sob segredo


Foto: Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça retirou o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao Banco Master. A medida foi adotada após solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin.

Com a decisão, os processos passam a ficar disponíveis para outros magistrados e também se tornam públicos. Permanecem sob segredo apenas informações cuja divulgação possa comprometer diligências ou novas investigações.

A determinação ocorre em meio à crise provocada por decisões recentes de Mendonça. Entre elas está a divulgação de supostas conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nesta semana, Mendonça também havia afastado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Leandro Almada, diretor de Inteligência Policial. Na quarta-feira, o ministro Flávio Dino suspendeu as decisões e determinou o retorno dos dois aos cargos.

Posteriormente, Fachin anulou as decisões de Mendonça e Dino e marcou para 15 de setembro a análise, pelo plenário do STF, do processo conduzido por Mendonça que envolve Moraes.

STF autoriza inquérito contra Flávio Bolsonaro por suspeitas ligadas ao filme Dark Horse

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Investigação apura possível envolvimento do senador em supostos crimes relacionados ao financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro


Foto: Agência Brasil

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito para investigar a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em possíveis crimes relacionados ao financiamento do filme “Dark Horse”.

A produção é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo a investigação, R$ 61 milhões teriam sido destinados ao projeto pelo empresário Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master, a pedido do senador.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro também aparece como alvo da apuração. A investigação considera a possibilidade de que parte dos recursos relacionados ao filme tenha sido destinada a ele.

O pedido de abertura partiu da Polícia Federal (PF) e recebeu concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Entre os crimes que serão apurados estão lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção, além de possíveis delitos relacionados.

A existência do inquérito se tornou pública após Mendonça retirar o sigilo de documentos ligados a investigações derivadas da Operação Compliance Zero. O procedimento principal, porém, continua sob segredo, assim como a apuração sobre o banco e o filme.

A investigação também envolve uma delação premiada homologada por Mendonça e repasses em dinheiro vivo que teriam relação com a produção. A ligação entre Flávio e Vorcaro ganhou repercussão após a divulgação de áudios nos quais o senador aparece solicitando recursos para o projeto.

Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade dos áudios e afirma que não há irregularidade em buscar recursos privados para financiar uma produção cinematográfica sobre seu pai. A defesa do senador foi procurada, mas não havia manifestação registrada até a publicação.

Argentino é preso com três munições durante inspeção no Aeroporto de Maceió

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Passageiro alegou que os projéteis teriam ficado na mochila após a retirada de uma pistola em seu país de origem


Foto: Itawi Albuquerque/Secom Maceió

Um homem de nacionalidade argentina foi preso na tarde dessa quinta-feira (3), após ser encontrado com três munições durante uma inspeção de bagagem no Aeroporto Zumbi dos Palmares, em Maceió.

Segundo a Polícia Militar (PM), funcionários da concessionária responsável pelo aeroporto acionaram os policiais após o aparelho de raio-X identificar as munições dentro da mochila do passageiro, que se preparava para embarcar.

Questionado, o homem afirmou possuir uma arma de fogo na Argentina. Ele relatou que, ao retirar a pistola da bagagem, pode ter deixado as munições dentro da mochila sem perceber.

O passageiro também disse que havia passado por outros aeroportos com a mesma bagagem, que foi submetida a inspeções por raio-X, mas os projéteis não teriam sido identificados.

Após orientação da Polícia Federal (PF), o argentino foi levado à Central de Flagrantes de Maceió. Ele permaneceu preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, acessório ou munição de uso permitido.

Um amigo do passageiro, também argentino, acompanhou o procedimento e ficou responsável pelos pertences pessoais dele.


Dois homens são presos por armazenar conteúdo de abuso sexual infantil em Maceió

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Investigações levaram agentes aos bairros Jatiúca e Santos Dumont; dispositivos eletrônicos foram apreendidos


Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) prendeu dois homens em flagrante nesta quarta-feira (2), durante uma operação contra o armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil em Maceió.

As prisões ocorreram nos bairros Jatiúca e Santos Dumont. A ação foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), após o compartilhamento de informações de inteligência com a Polícia Federal (PF).

Durante as buscas, os policiais apreenderam celulares, notebooks e um iPad. Em um dos endereços, os investigadores identificaram uma conta em serviço de armazenamento na nuvem que continha grande quantidade de arquivos ilícitos.

Segundo a delegada Talita Aquino, os mandados de prisão preventiva foram cumpridos e, durante as diligências acompanhadas pela Polícia Científica, foram constatadas situações que resultaram nas prisões em flagrante pelo armazenamento do material.

Investigação vai analisar equipamentos

No caso registrado no Santos Dumont, a Polícia Civil informou que o suspeito mantinha os arquivos em uma conta de armazenamento virtual. O aparelho celular encontrado com ele também foi apreendido.

Os equipamentos serão submetidos à perícia para verificar a quantidade e a natureza do material armazenado, além de apurar se houve compartilhamento ou comercialização dos conteúdos.

Os dois homens foram levados à sede da DPCA e deverão passar por audiência de custódia. Um dos investigados, segundo a polícia, já tinha antecedente relacionado ao crime de estupro de vulnerável.

Renan Santos cobra explicações de JHC sobre recursos do Iprev

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Durante visita a Maceió, candidato à Presidência criticou aplicação de R$ 117 milhões em títulos do Banco Master

Foto: Redes sociais

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) criticou o ex-prefeito de Maceió e candidato ao Governo de Alagoas, João Henrique Caldas, o JHC, durante passagem pela capital alagoana nessa quinta-feira (20).

Santos questionou a aplicação de R$ 117 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) em títulos do Banco Master. Durante a fala, ele cobrou esclarecimentos sobre a operação envolvendo os recursos previdenciários.

O candidato também fez críticas à atuação de JHC nas redes sociais e relacionou a gestão do ex-prefeito ao episódio. Segundo Santos, a indicação de Ronnie Mota para a presidência do Iprev também justificaria a cobrança de explicações ao ex-prefeito.

Ronnie Mota é investigado pela Polícia Federal na Operação Compliance 82, que apura a aplicação dos recursos da previdência municipal em títulos do Banco Master. Ele foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve bens bloqueados por decisão judicial.

Durante a visita, Renan Santos afirmou que JHC deverá prestar esclarecimentos sobre o caso. A investigação busca apurar suspeitas relacionadas à gestão dos recursos previdenciários e às circunstâncias da aquisição dos títulos.


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