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Ufal aciona órgãos de segurança após ameaças e cobra identificação dos envolvidos em Arapiraca

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Universidade relata insultos e agressões verbais contra professora e estudantes e pede reforço no policiamento dos campi de Arapiraca e Maceió.

Foto: Reprodução

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou uma nota de esclarecimento nesta sexta-feira (9/10) após as ameaças e intimidações relatadas na noite anterior no campus de Arapiraca.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, cerca de dez homens chegaram em duas caminhonetes com adesivos da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e teriam abordado integrantes da comunidade acadêmica.

A instituição informou que acionou órgãos estaduais e federais, além da Prefeitura e da Câmara Municipal de Arapiraca, para solicitar a apuração dos fatos e a identificação dos responsáveis.

A Ufal também pediu reforço no monitoramento e nas ações de segurança nos perímetros dos campi de Arapiraca e Maceió. A medida busca prevenir confrontos e garantir a segurança da comunidade universitária.

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A gestão central da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vem esclarecer à sociedade alagoana e a toda a comunidade universitária que já tomou providências junto aos órgãos de Segurança Pública do estado e à Polícia Federal para que seja feita apuração dos fatos registrados ontem à noite, no Campus Arapiraca.

Presta total apoio e solidariedade à docente e aos estudantes que sofreram insultos e agressões verbais dentro da unidade em Arapiraca, além de rechaçar qualquer tipo de intimidação em relação aos atos organizados pelo movimento estudantil no Campus A.C. Simões, em Maceió.

A gestão vê com muita preocupação esse tipo de intervenção de agentes públicos ou quaisquer outras pessoas, que não têm o direito de entrar em uma instituição pública e ameaçar a comunidade acadêmica. O espaço universitário é plural, diverso e democrático e deve ser respeitado.

Diante da gravidade dos fatos ocorridos, a Ufal reafirma o compromisso inegociável com a integridade física, a liberdade de manifestação e a segurança de estudantes, docentes, técnicos-administrativos e terceirizados, a Reitoria informa que já tomou as seguintes providências:

1. Enviou expediente à Secretaria de Segurança Pública, à Superintendência da Polícia Federal em Alagoas, ao Ministério Público Federal, ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AL), à Prefeitura e à Câmara Municipal de Vereadores de Arapiraca, com o intuito de solicitar apoio institucional imediato, apuração rigorosa dos fatos e a identificação dos responsáveis pelas ameaças.

2. Também solicitou reforço no monitoramento e nas ações ostensivas de segurança nos perímetros dos campi, em Maceió e Arapiraca, com o objetivo de prevenir confrontos, conter eventuais atos de violência e garantir o funcionamento seguro e democrático da vida universitária.

A gestão da Universidade reforça, ainda, que não tolera qualquer forma de violência, intimidação ou coerção dentro de seus espaços acadêmicos e reafirma o papel da universidade pública como um ambiente livre, democrático, pautado pelo diálogo, pelo respeito à diversidade e pelo livre direito de pensar e de manifestação.

Maceió, 9 de outubro de 2026

Universidade Federal de Alagoas

Gestão Central

Grupo com adesivos de Flávio Bolsonaro é acusado de ameaçar estudantes e retirar cartazes na Ufal

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Relatos apontam que cerca de dez homens chegaram em duas caminhonetes ao campus de Arapiraca e abordaram uma professora durante atividade acadêmica.

Foto: Reprodução


Estudantes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em Arapiraca, denunciaram ameaças e intimidação na noite de quinta-feira (8/10), enquanto alunos e professores organizavam cartazes no campus.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, cerca de dez homens chegaram em duas caminhonetes com adesivos da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

Os homens teriam abordado uma professora de forma agressiva e arrancado cartazes que estavam sendo preparados pelos estudantes.

Em um áudio atribuído a uma aluna, ela descreve a chegada do grupo e relata a abordagem contra integrantes da comunidade acadêmica.

Até o momento, não foram apresentadas informações sobre registro formal da ocorrência ou posicionamento oficial da Ufal.

Renan Filho elogia nova comunicação de Lula e questiona propostas de eventual governo Flávio

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Senador destacou vídeos em formato de selfie e defendeu que campanha presidencial amplie debate sobre democracia, direitos dos trabalhadores e soberania nacional


Foto: Ricardo Stuckert

O senador Renan Filho (MDB) elogiou, em vídeos publicados nas redes sociais na quarta-feira (7), a nova estratégia de comunicação adotada por Lula (PT) para o segundo turno. O presidente passou a apostar em vídeos de selfie e linguagem mais direta. Gazeta de Alagoas

Na avaliação de Renan, o formato pode ampliar o alcance das mensagens de Lula nesta etapa da disputa. O senador também defendeu que temas como democracia, direitos dos trabalhadores, políticas sociais e soberania nacional sejam explorados na campanha.

Renan também fez críticas a um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) e levantou questionamentos sobre petróleo, terras raras, patrimônio nacional e relações comerciais do Brasil.

Em uma das publicações, o senador questionou a participação de Tereza Cristina na escolha de um eventual ministro das Relações Exteriores. Segundo Renan, essa definição poderia sofrer influência de Eduardo Bolsonaro e de interesses ligados a Donald Trump. A participação de Tereza Cristina na escolha do chanceler também foi noticiada. Folha de S.Paulo

Em outra publicação, Renan agradeceu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pelos elogios à sua atuação no Governo de Alagoas e no Ministério dos Transportes. De volta ao Senado, afirmou que pretende priorizar a defesa da democracia, da moderação política e do desenvolvimento econômico.

Flávio Bolsonaro é multado em R$ 5 mil por impulsionamento de conteúdo contra Lula

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André Mendonça considerou irregular anúncio pago e proibiu novos impulsionamentos com mensagem semelhante


Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), aplicou nesta segunda-feira (5) multa de R$ 5 mil a Flávio Bolsonaro por considerar irregular o impulsionamento pago de uma publicação com conteúdo negativo contra Luiz Inácio Lula da Silva.

A postagem questionada pela campanha de Lula trazia uma foto de Flávio Bolsonaro acompanhada da identificação de sua candidatura e de uma mensagem que responsabilizava o presidente por problemas no país. O texto também apresentava Flávio como candidato capaz de promover mudanças.

Ao analisar o caso, Mendonça acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), que apontou o uso da rejeição ao adversário como argumento para promover a candidatura de Flávio. A legislação eleitoral estabelece que o impulsionamento deve ter como finalidade promover ou beneficiar candidatos ou suas agremiações.

A defesa de Flávio Bolsonaro afirmou que a publicação representava apenas um posicionamento político e sustentou que a referência negativa a Lula ocupava uma parte pequena da mensagem, que seria predominantemente dedicada a destacar o próprio candidato.

Mendonça decidiu não determinar a retirada da publicação, apesar da aplicação da multa. A decisão, no entanto, impede Flávio de contratar novos impulsionamentos que apresentem conteúdo de teor semelhante ao questionado no processo.

A decisão tem como base as regras previstas na Lei das Eleições para o uso de publicidade eleitoral impulsionada. O caso trata especificamente da forma como o conteúdo foi promovido por meio de anúncio pago durante a campanha eleitoral.

STF autoriza inquérito contra Flávio Bolsonaro por suspeitas ligadas ao filme Dark Horse

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Investigação apura possível envolvimento do senador em supostos crimes relacionados ao financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro


Foto: Agência Brasil

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito para investigar a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em possíveis crimes relacionados ao financiamento do filme “Dark Horse”.

A produção é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo a investigação, R$ 61 milhões teriam sido destinados ao projeto pelo empresário Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master, a pedido do senador.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro também aparece como alvo da apuração. A investigação considera a possibilidade de que parte dos recursos relacionados ao filme tenha sido destinada a ele.

O pedido de abertura partiu da Polícia Federal (PF) e recebeu concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Entre os crimes que serão apurados estão lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção, além de possíveis delitos relacionados.

A existência do inquérito se tornou pública após Mendonça retirar o sigilo de documentos ligados a investigações derivadas da Operação Compliance Zero. O procedimento principal, porém, continua sob segredo, assim como a apuração sobre o banco e o filme.

A investigação também envolve uma delação premiada homologada por Mendonça e repasses em dinheiro vivo que teriam relação com a produção. A ligação entre Flávio e Vorcaro ganhou repercussão após a divulgação de áudios nos quais o senador aparece solicitando recursos para o projeto.

Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade dos áudios e afirma que não há irregularidade em buscar recursos privados para financiar uma produção cinematográfica sobre seu pai. A defesa do senador foi procurada, mas não havia manifestação registrada até a publicação.

Lula lidera pesquisa para presidente com 38%; Flávio Bolsonaro tem 30%

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Levantamento Real Time Big Data mostra vantagem do petista no primeiro turno; em eventual confronto direto, Lula e Flávio aparecem empatados com 44%


Foto: Reprodução/gazetadopovo

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (1º) aponta o presidente Lula (PT) na liderança da disputa presidencial, com 38% das intenções de voto no cenário estimulado. Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 30%.

Augusto Cury (Avante) registra 11%, seguido por Renan Santos (Missão), com 7%. Segundo o levantamento, os dois estão tecnicamente empatados. Ronaldo Caiado (PSD) soma 4%, Romeu Zema (Novo), 2%, e outros candidatos, 2%. Brancos e nulos são 3%, mesmo índice dos indecisos.

Na pesquisa espontânea, Lula também lidera, com 35%, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 25%. Cury e Renan aparecem com 4% cada. Caiado tem 2%. Jair Bolsonaro e Pablo Marçal, citados espontaneamente apesar de inelegíveis, registram 1% cada.

Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio, há empate numérico, com 44% para cada. Contra Caiado, Lula aparece com 43% e o candidato do PSD, com 45%. Já diante de Zema e Renan, o petista vence as simulações por 43% a 40% e 44% a 37%, respectivamente.

A Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores por telefone e internet entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-03490/2026.

Estudantes protestam contra Flávio Bolsonaro durante carreata em Maceió

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Ato ocorreu nas proximidades da Ufal e reuniu entidades estudantis que fizeram críticas à direita e defenderam pautas ligadas à educação


Foto: Reprodução

Um grupo de estudantes realizou uma manifestação na manhã desta terça-feira (25), durante a passagem da carreata do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela região da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em Maceió.

Representantes da União da Juventude Socialista (UJS), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e da União Nacional dos Estudantes (UNE) participaram do ato. Uma faixa foi colocada em uma passarela de acesso à universidade.

Os manifestantes fizeram críticas à presença de Flávio Bolsonaro no estado e a integrantes da direita alagoana, citando JHC (PSDB) e Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa do senador.

Durante o protesto, estudantes também questionaram propostas que, segundo eles, poderiam prejudicar o ensino público. O grupo defendeu o fortalecimento das universidades, investimentos em ciência e a continuidade da Lei de Cotas.

A mobilização ocorreu enquanto a carreata seguia para o Centro de Maceió. Para os participantes, o ato representou uma forma de demonstrar a insatisfação de parte do movimento estudantil com o avanço de grupos de direita no cenário político alagoano.


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