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PF pede quebra de sigilos de secretário de JHC em investigação sobre R$ 97 milhões do Iprev

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26_09

Medida atinge João Felipe Borges, titular da Fazenda de Maceió, e busca esclarecer operações envolvendo recursos do instituto de previdência no Banco Master


Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) solicitou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de João Felipe Alves Borges, secretário da Fazenda de Maceió na gestão de JHC, no âmbito da investigação que apura a aplicação de R$ 97 milhões do Iprev no Banco Master. As informações são do 082 Notícias. 

Segundo a apuração policial, o acesso aos dados pretende auxiliar na reconstrução do caminho dos recursos, identificação de transferências e possíveis contrapartes, além da análise da evolução patrimonial e de eventual existência de vantagens relacionadas às operações.

Borges integra o Conselho de Administração do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev). Conforme documentos mencionados na investigação, ele também atuou anteriormente no sistema previdenciário de Campos dos Goytacazes (RJ), período relacionado à Operação Rebote.

A Polícia Federal também citou a empresa Crédito & Mercado, que participou como intermediária das operações com o Banco Master. De acordo com o relatório policial, a empresa já havia sido mencionada em investigação envolvendo o instituto de previdência de Campos dos Goytacazes.

A investigação ainda está em andamento e não representa, por si só, conclusão sobre eventual responsabilidade dos citados. Os pedidos de acesso aos dados fazem parte das diligências para esclarecer as operações, que envolveram R$ 80 milhões aplicados em dezembro de 2023 e R$ 17 milhões em maio de 2024. A defesa dos envolvidos poderá se manifestar nos autos.

Fux cobra explicações sobre entraves a empréstimo de R$ 6,6 bilhões para o BRB

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Ministro do STF deu prazo de 15 dias para União, Banco Central e FGC detalharem os obstáculos à operação destinada a socorrer o banco


Foto: Carlos Moura/SCO/STF

União, Banco Central (BC) e Fundo Garantidor de Crédito (FGC) terão 15 dias para explicar ao Supremo Tribunal Federal (STF) os obstáculos para viabilizar um empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Banco de Brasília (BRB).

A determinação é do ministro Luiz Fux e foi assinada na quarta-feira (9/9). Depois das manifestações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverá se pronunciar sobre o caso.

A operação busca cobrir parte das perdas relacionadas à compra de carteiras de crédito do Banco Master pelo BRB. Sem os recursos, a instituição pode enfrentar dificuldades para cumprir exigências regulatórias e ficar sujeita à liquidação pelo Banco Central.

O negócio entre as duas instituições é alvo de investigação no STF, diante da suspeita de pagamento de vantagens indevidas a executivos para aprovação da operação. O tamanho do prejuízo ainda não foi esclarecido, enquanto o BRB adia a divulgação do balanço.

O acordo para viabilizar o socorro foi homologado por Fux em maio, mas o dinheiro ainda não foi liberado. Entre os entraves estão dúvidas dos bancos sobre o plano do BRB e sobre as garantias vinculadas ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) e ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

STF retira sigilo de 15 procedimentos ligados ao Banco Master

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Decisão de André Mendonça atende a pedido de Edson Fachin; documentos que possam comprometer diligências futuras continuam sob segredo


Foto: Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça retirou o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao Banco Master. A medida foi adotada após solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin.

Com a decisão, os processos passam a ficar disponíveis para outros magistrados e também se tornam públicos. Permanecem sob segredo apenas informações cuja divulgação possa comprometer diligências ou novas investigações.

A determinação ocorre em meio à crise provocada por decisões recentes de Mendonça. Entre elas está a divulgação de supostas conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nesta semana, Mendonça também havia afastado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Leandro Almada, diretor de Inteligência Policial. Na quarta-feira, o ministro Flávio Dino suspendeu as decisões e determinou o retorno dos dois aos cargos.

Posteriormente, Fachin anulou as decisões de Mendonça e Dino e marcou para 15 de setembro a análise, pelo plenário do STF, do processo conduzido por Mendonça que envolve Moraes.

STF autoriza inquérito contra Flávio Bolsonaro por suspeitas ligadas ao filme Dark Horse

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Investigação apura possível envolvimento do senador em supostos crimes relacionados ao financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro


Foto: Agência Brasil

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito para investigar a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em possíveis crimes relacionados ao financiamento do filme “Dark Horse”.

A produção é uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo a investigação, R$ 61 milhões teriam sido destinados ao projeto pelo empresário Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master, a pedido do senador.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro também aparece como alvo da apuração. A investigação considera a possibilidade de que parte dos recursos relacionados ao filme tenha sido destinada a ele.

O pedido de abertura partiu da Polícia Federal (PF) e recebeu concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Entre os crimes que serão apurados estão lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção, além de possíveis delitos relacionados.

A existência do inquérito se tornou pública após Mendonça retirar o sigilo de documentos ligados a investigações derivadas da Operação Compliance Zero. O procedimento principal, porém, continua sob segredo, assim como a apuração sobre o banco e o filme.

A investigação também envolve uma delação premiada homologada por Mendonça e repasses em dinheiro vivo que teriam relação com a produção. A ligação entre Flávio e Vorcaro ganhou repercussão após a divulgação de áudios nos quais o senador aparece solicitando recursos para o projeto.

Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade dos áudios e afirma que não há irregularidade em buscar recursos privados para financiar uma produção cinematográfica sobre seu pai. A defesa do senador foi procurada, mas não havia manifestação registrada até a publicação.

Renan Santos cobra explicações de JHC sobre recursos do Iprev

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26_08

Durante visita a Maceió, candidato à Presidência criticou aplicação de R$ 117 milhões em títulos do Banco Master

Foto: Redes sociais

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) criticou o ex-prefeito de Maceió e candidato ao Governo de Alagoas, João Henrique Caldas, o JHC, durante passagem pela capital alagoana nessa quinta-feira (20).

Santos questionou a aplicação de R$ 117 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev) em títulos do Banco Master. Durante a fala, ele cobrou esclarecimentos sobre a operação envolvendo os recursos previdenciários.

O candidato também fez críticas à atuação de JHC nas redes sociais e relacionou a gestão do ex-prefeito ao episódio. Segundo Santos, a indicação de Ronnie Mota para a presidência do Iprev também justificaria a cobrança de explicações ao ex-prefeito.

Ronnie Mota é investigado pela Polícia Federal na Operação Compliance 82, que apura a aplicação dos recursos da previdência municipal em títulos do Banco Master. Ele foi alvo de mandados de busca e apreensão e teve bens bloqueados por decisão judicial.

Durante a visita, Renan Santos afirmou que JHC deverá prestar esclarecimentos sobre o caso. A investigação busca apurar suspeitas relacionadas à gestão dos recursos previdenciários e às circunstâncias da aquisição dos títulos.


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