Procedimento busca esclarecer as justificativas técnicas, jurídicas e financeiras da medida, que envolve imóvel com obras inacabadas de um hotel de alto padrão
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| Foto: Reprodução |
A apuração pretende verificar os fundamentos técnicos, jurídicos e orçamentários da medida, além dos impactos financeiros da indenização que deverá ser paga pelo Estado.
O terreno, com quase 16 hectares e cerca de 190 metros de frente para o Oceano Atlântico, foi declarado de utilidade pública pelo Decreto Estadual nº 113.286/2026, publicado em 19 de outubro. A área foi desmembrada da Fazenda Araticum.
No imóvel, existe uma estrutura de hotel de alto padrão com obras inacabadas e paralisadas. Segundo o MPAL, ainda faltam informações públicas detalhadas sobre o projeto que deverá ser implantado no local.
Entre os pontos questionados estão a ausência de estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e urbanística, estimativas dos custos de implantação, cronograma de execução e definição do modelo de gestão do futuro equipamento.
