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Segundo incêndio em quatro dias atinge prédio residencial na Ponta Verde, em Maceió

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Fogo mobilizou 11 militares e quatro viaturas do Corpo de Bombeiros nesta terça-feira (22)

Foto: Reprodução

Um incêndio atingiu um edifício residencial na manhã desta terça-feira (22), na Rua Prefeito Abdon Arroxelas, na Ponta Verde, em Maceió. Uma intensa fumaça escura foi registrada saindo do prédio.

O Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) enviou quatro viaturas e 11 militares para combater as chamas. As informações iniciais apontam que o fogo teria começado no quarto de um apartamento.

Segundo o subsíndico, os moradores foram surpreendidos pela fumaça e os equipamentos de segurança do prédio funcionaram. O imóvel estava desocupado e o proprietário foi comunicado.

As causas e o ponto exato onde o incêndio começou serão identificados após a perícia do CBMAL. A ocorrência também passou pela etapa de rescaldo após o controle das chamas.

Este é o segundo incêndio em prédio registrado na Ponta Verde em menos de uma semana. Na sexta-feira (18), outro imóvel pegou fogo na Avenida Sílvio Carlos Viana, à beira-mar.

Operação Icarus: suspeito de abastecer facção com drogas é preso em Maceió

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Investigado, conhecido como “Boss”, é apontado pela polícia como responsável por negociar cargas e movimentar valores do esquema

Foto: Reprodução

Um homem identificado pelas iniciais L.I.N.J., conhecido como “Boss”, foi preso em Maceió durante os desdobramentos da Operação Icarus, deflagrada nesta terça-feira (22) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, ele seria um dos principais fornecedores de drogas para uma facção de alcance nacional e atuaria na negociação de grandes cargas, contratação de fretes e movimentação financeira do grupo.

A apuração começou após a polícia encontrar planilhas atribuídas a uma liderança da facção, atualmente custodiada no Presídio Federal de Catanduvas (PR). Os registros indicariam repasses de valores ao investigado preso em Alagoas.

De acordo com a investigação, empresas de transporte e logística eram utilizadas para facilitar e ocultar o envio de drogas de São Paulo para o Rio de Janeiro. O esquema teria movimentado mais de R$ 70 milhões.

Além de Alagoas, mandados são cumpridos no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Até o momento, seis pessoas foram presas. Veículos, documentos e aparelhos eletrônicos também foram apreendidos.

Saques de R$ 5 milhões em 10 dias levam dois homens à delegacia em Maceió

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Dupla foi abordada após retirada de R$ 2 milhões em espécie de uma agência bancária no bairro Farol


Foto: Ascom SSP-AL

Cinco saques realizados em 10 dias movimentaram R$ 5,084 milhões e chamaram a atenção das autoridades de Alagoas e Sergipe. Na sexta-feira (18/9), dois homens foram conduzidos após a retirada de R$ 2 milhões em uma agência no Farol.

Os suspeitos, identificados como Maurício e Leopoldo, são funcionários da Ceilurb, empresa prestadora de serviços de iluminação pública. Eles disseram à polícia que fizeram o saque a pedido da proprietária da empresa, que ainda não foi ouvida.

Segundo as autoridades, a origem e o destino do dinheiro continuam sendo investigados. A movimentação já era acompanhada pela Segurança Pública de Sergipe, que acionou as forças alagoanas sobre o último saque.

Em coletiva nesta segunda-feira (21/9), o tenente-coronel Patrick Madeiro informou que foram cinco retiradas: R$ 1 milhão, R$ 84 mil e outras duas de R$ 2 milhões. Os valores somam R$ 5,084 milhões.

Após a saída de um dos homens da agência, equipes abordaram o veículo utilizado pela dupla. Conforme a Segurança Pública, cerca de R$ 2 milhões em espécie foram encontrados durante a ação integrada entre Alagoas e Sergipe.

Os dois homens e o dinheiro foram encaminhados à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco). Maurício e Leopoldo prestaram depoimento e foram liberados. A investigação sobre a movimentação financeira continua.

Faltam 13 dias: veja como justificar ausência nas Eleições 2026

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Eleitor que estiver fora do domicílio eleitoral poderá justificar no dia da votação ou posteriormente, dentro dos prazos definidos pelo TSE


Foto: Agência Brasil

Quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia 4 de outubro e não puder votar deverá justificar a ausência. O procedimento pode ser feito no próprio dia da eleição ou posteriormente, dentro dos prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

No dia da votação, uma das opções é utilizar o aplicativo e-Título. Também é possível preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) e entregá-lo nas mesas receptoras de votos ou de justificativas. Nesse caso, é necessário apresentar documento oficial com foto.

A justificativa feita no dia da eleição não exige documentos que comprovem o motivo da ausência. O procedimento vale apenas para o turno correspondente. Quem não votar nos dois turnos deverá apresentar uma justificativa para cada um deles.

Quem não justificar no dia poderá regularizar a situação em até 60 dias após cada turno, pelo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral – Título Net ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral. Após a votação, é necessário apresentar documentos que comprovem o motivo da ausência.

Nas Eleições 2026, o prazo termina em 3 de dezembro para quem faltar ao primeiro turno, em 4 de outubro. Se houver segundo turno, marcado para 25 de outubro, a justificativa poderá ser apresentada até 8 de janeiro de 2027.

A ausência em três eleições consecutivas, considerando cada turno como uma eleição, sem justificativa ou pagamento das multas correspondentes, pode levar ao cancelamento da inscrição eleitoral. A Justiça Eleitoral permite apresentar justificativas quantas vezes forem necessárias.

Funcionários da Caixa votam nova proposta nesta segunda (21) para decidir sobre greve

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Assembleias eletrônicas analisam mudanças no Saúde Caixa e outros pontos do acordo coletivo dos empregados


Foto: Arquivo pessoal

Funcionários da Caixa Econômica Federal participam, nesta segunda-feira (21/9), de assembleias eletrônicas para decidir sobre a nova proposta apresentada pelo banco para renovar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A votação está prevista para terminar às 18h.

O principal ponto das negociações é o Saúde Caixa. Pela proposta, a contribuição dos titulares será de 3,7% da remuneração-base a partir de 2027. Dependentes diretos pagarão R$ 560 por mês, enquanto outros dependentes terão valores entre R$ 660 e R$ 900.

O limite de contribuição do grupo familiar ficará em 9%. A Caixa também reduziu de R$ 150 para R$ 120 a cobrança por consulta em pronto atendimento e manteve a isenção de coparticipação em telemedicina.

A proposta prevê ainda um empregado dedicado ao Saúde Caixa em cada Gerência de Pessoas (Gipes) e Representação Regional de Pessoas (Repes). Também há mudanças no programa Super Caixa, com ampliação da premiação inicial por habilitação e alterações nos critérios de avaliação.

Segundo a proposta, não haverá penalização pelos programas Figital e Genesys em 2026, que continuarão em fase piloto. A Caixa também manteve um prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, condicionado ao cumprimento de metas operacionais já alcançadas.

A greve nacional começou em 10 de setembro, após mais de 90% das bases sindicais rejeitarem a proposta anterior, segundo a Contraf-CUT. Caso a nova oferta seja aprovada nas assembleias, a expectativa das entidades sindicais é pelo encerramento da paralisação.

Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado antes das Eleições 2026

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Regra prevista no Código Eleitoral começa 15 dias antes do primeiro turno e segue até 6 de outubro


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Candidatas e candidatos registrados para as Eleições 2026 não poderão ser presos ou detidos a partir deste sábado (19/9), conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A restrição começa 15 dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

A regra está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e determina que a garantia vale até 6 de outubro, 48 horas após o encerramento da votação. A única exceção indicada para candidatos nesse período é a prisão ou detenção em caso de flagrante delito.

A medida alcança todos os candidatos que disputam o primeiro turno. Em caso de prisão durante o período de proteção, o Código Eleitoral determina que o preso seja imediatamente conduzido à presença do juiz competente para verificar a legalidade da detenção.

No primeiro turno, os eleitores escolherão presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. O pleito está marcado para 4 de outubro.

A partir de 29 de setembro, cinco dias antes da eleição, uma regra semelhante passa a valer para o eleitorado, com exceções adicionais previstas no Código Eleitoral, como sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto.

SUS vai distribuir “canetas emagrecedoras” para pacientes com obesidade

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Ministério da Saúde avalia resultados do uso de semaglutida e prepara protocolo clínico para definir a oferta dos medicamentos


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”, serão ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com obesidade. A medida será definida a partir de estudos e de um protocolo clínico.

O Ministério da Saúde informou que os primeiros resultados de um estudo com semaglutida, realizado no Grupo Hospitalar Conceição, da rede pública de Porto Alegre, foram considerados positivos. Os pacientes selecionados começaram a utilizar o medicamento em junho.

Ao todo, 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras morbidades serão acompanhados por especialistas. Segundo o ministério, o estudo busca garantir segurança aos participantes e estabelecer diretrizes para o acompanhamento médico contínuo.

Entre os casos analisados estão pacientes que aguardam cirurgia bariátrica. A pesquisa pretende avaliar se o uso da medicação pode controlar a obesidade a ponto de tornar o procedimento desnecessário.

O estudo também acompanha possíveis efeitos sobre problemas cardíacos e a reincidência de câncer de mama. A oferta dos medicamentos pelo SUS dependerá dos resultados das avaliações e da definição do protocolo clínico.

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