Mandados no Rio de Janeiro apuram suspeita de ocultação de bens por meio de terceiros, empresas e estruturas patrimoniais
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| Foto: Reprodução |
Segundo a PF, o grupo teria usado imóveis de alto padrão, veículos de luxo e aeronaves executivas registrados em nome de terceiros para esconder os verdadeiros proprietários dos bens.
As apurações também identificaram suspeitas de uso de dinheiro em espécie, transações financeiras de difícil rastreamento e empresas brasileiras e estrangeiras, inclusive em paraísos fiscais. Há ainda indícios envolvendo entidades religiosas e holdings patrimoniais.
Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na fase anterior, a operação levou à prisão de um ex-prefeito de um município da Baixada Fluminense e de um ex-secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

