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Acusado de atirar em amigo da companheira por ciúmes enfrenta júri nesta quarta-feira (9)

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Fagner Cesário de Lima é acusado de tentar matar o homem após desentendimento; julgamento ocorre no Fórum do Barro Duro, em Maceió


Arte: Dicom TJAL

A 9ª Vara Criminal de Maceió julga, nesta quarta-feira (9), Fagner Cesário de Lima, acusado de tentar matar um amigo da companheira. O júri começa às 8h, no Fórum do Barro Duro.

Segundo os autos, a vítima e a companheira do réu eram colegas de trabalho. Fagner teria demonstrado ciúmes da amizade entre os dois e chegou a destruir um computador após encontrar uma mensagem enviada à mulher.

Ainda conforme o processo, o acusado também vigiava o celular da companheira e verificava os e-mails e o WhatsApp dela. No dia do crime, ele chamou o amigo para uma conversa no bairro Clima Bom.

Durante o encontro, os dois se desentenderam e Fagner efetuou disparos contra a vítima. O homem conseguiu fugir. Em interrogatório, o réu admitiu ter atirado e afirmou que havia marcado o encontro para tentar resolver a situação.

Fagner declarou ainda que perdeu o controle durante uma luta corporal com a vítima. Apesar de alegar que pretendia apenas conversar, confirmou ter efetuado os disparos contra o amigo da companheira.

O julgamento será presidido pelo juiz Geraldo Amorim, titular da 9ª Vara Criminal da Capital. O Tribunal do Júri vai analisar a acusação de tentativa de homicídio e as circunstâncias do crime ocorrido em 2020.

Acusado de matar quatro jovens em Arapiraca começa a ser julgado nesta terça-feira

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Regivaldo da Silva Santana é julgado nesta terça-feira (25); outros dois réus respondem pela ocultação dos cadáveres


Foto: Reprodução

O Fórum de Arapiraca sedia, nesta terça-feira (25), o julgamento de Regivaldo da Silva Santana, conhecido como “Giba”, acusado de matar quatro jovens e esconder os corpos em uma cacimba na zona rural do município, em abril de 2024.

As vítimas são os irmãos Letícia da Silva Santos, de 20 anos, e Lucas da Silva Santos, de 15, além de Erick Juan de Lima Silva, de 20, e Joselene de Souza Santos, de 17. Outros dois réus, Weslley Santana Sá e Adriano Santos Lima, respondem pela ocultação dos cadáveres e estão em liberdade.

A acusação será conduzida pelo promotor de Justiça Ivaldo da Silva, representante do Ministério Público de Alagoas (MPAL). Ele informou que estará disponível para falar com a imprensa antes do início da sessão e após o encerramento do julgamento.

O crime ocorreu em 13 de abril de 2024, em uma chácara no Sítio Laranjal. Segundo a investigação da Delegacia de Homicídios de Arapiraca, Lucas e Erick seriam os alvos iniciais, enquanto Letícia e Joselene teriam sido mortas para evitar que testemunhassem sobre o crime.

Conforme o inquérito, Regivaldo teria efetuado os disparos. A tese de legítima defesa apresentada por ele durante as investigações foi descartada pela polícia. Após as mortes, os corpos foram colocados em uma cacimba com auxílio dos outros dois investigados.

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