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Febre do Nilo Ocidental registra quatro casos e uma morte no Brasil em 2026; conheça os sintomas

26_09

/ Por Redação

Doença transmitida por mosquitos é considerada rara no país e pode provocar complicações neurológicas em casos graves; não há vacina nem antiviral específico


Foto: Envato

A febre do Nilo Ocidental voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde em 2026. Quatro casos foram confirmados no Brasil, sendo dois em São Paulo e dois em Santa Catarina. Entre as ocorrências catarinenses está a morte de uma idosa de 77 anos.

A doença é causada por um vírus transmitido principalmente por mosquitos do gênero Culex, que podem se infectar ao picar aves silvestres contaminadas. A maioria das pessoas não apresenta sintomas ou desenvolve manifestações leves.

Segundo Tobias Garcez, infectologista do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins (HDT/UFNT), os sintomas podem incluir febre repentina, mal-estar, vômitos, dores no corpo, nos olhos e na cabeça, além de manchas na pele. Casos graves podem apresentar complicações neurológicas.

O diagnóstico pode envolver exames para detectar anticorpos no sangue ou no líquido cefalorraquidiano. Como a infecção é rara e esporádica, as amostras costumam ser encaminhadas para laboratórios de saúde pública.

Não há vacina nem tratamento antiviral específico contra a febre do Nilo Ocidental em humanos. Entre as medidas preventivas estão o uso de repelente, barreiras físicas para impedir a entrada de mosquitos nas residências e a eliminação de água parada.

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