Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, foi atingida durante uma ação no Jacintinho e morreu após ser levada para uma unidade de saúde
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| Foto: Reprodução |
Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, morreu após ser atingida por um disparo durante uma abordagem policial realizada na noite do último sábado (5), na Comunidade Aldeia do Índio, na região da Grota do Cigano, no bairro Jacintinho, em Maceió.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP), equipes do 13º Batalhão da Polícia Militar realizavam uma abordagem quando encontraram um homem que estaria com drogas. Conforme a versão divulgada, ele seria primo de Amanda.
Ainda de acordo com a SSP, enquanto parte dos militares permaneceu com o homem abordado, outro policial ficou próximo à viatura. Nesse momento, um grupo de mulheres teria avançado em direção ao agente, que teria efetuado o disparo após se sentir ameaçado.
Amanda foi atingida e recebeu atendimento, sendo encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Ismar Gatto, no próprio Jacintinho. Apesar do socorro, ela não resistiu aos ferimentos. A mulher deixa dois filhos.
Um boletim de apoio da Polícia Militar classificou a ocorrência como “homicídio em decorrência de intervenção policial”. O documento também registra a participação de equipes do 13º Batalhão e o trabalho da Polícia Científica, mas não apresenta a dinâmica do momento do disparo.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil e acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias da ocorrência e confrontar as diferentes informações sobre a ação que terminou com a morte de Amanda.
