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Homem é morto a tiros por dupla em motocicleta no Jacintinho, em Maceió

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Vítima tentou escapar após ser baleada, mas caiu em uma rua próxima à Praça Xisto Gomes de Melo; autores fugiram e são procurados.

Foto: Reprodução

Um homem foi assassinado a tiros na noite de segunda-feira (19/10), nas proximidades da Praça Xisto Gomes de Melo, no bairro do Jacintinho, em Maceió. Informações preliminares apontam que dois homens em uma motocicleta realizaram os disparos.

Após ser atingida, a vítima ainda tentou correr para escapar do ataque, mas caiu em uma via próxima. Os suspeitos fugiram e não haviam sido identificados até a divulgação das informações sobre o caso.

O homem possuía registros anteriores por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. No entanto, não há confirmação de que esses antecedentes tenham relação com o homicídio, cuja motivação segue desconhecida.

Equipes policiais e de perícia foram acionadas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte, enquanto o Instituto de Criminalística identificou ferimentos na nádega esquerda e no ombro direito.

A investigação ficou a cargo da Polícia Civil. Informações que ajudem a identificar os responsáveis podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia, no número 181.

Ataque a tiros em bar deixa homem ferido no Jacintinho, em Maceió

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Vítima foi atingida enquanto tentava fugir dos disparos e recebeu atendimento em uma UPA após ser levada por familiares

Foto:Reprodução

Um homem ficou ferido após ser atingido por disparos durante um ataque ocorrido na noite dessa terça-feira (22), em um bar na Grota do Pau d’Arco, no bairro do Jacintinho, em Maceió.

Segundo relatos, homens não identificados chegaram ao estabelecimento e efetuaram vários tiros contra as pessoas que estavam no local. A vítima foi atingida na região das nádegas enquanto tentava fugir.

Após o ataque, familiares socorreram o homem. Ele foi levado com a avó, em um veículo de transporte por aplicativo, até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jaraguá, onde recebeu atendimento médico.

Aos policiais, a vítima afirmou não ter envolvimento com atividades ilícitas e disse desconhecer tanto a motivação do ataque quanto a identidade dos autores.

A ocorrência foi registrada e deverá ser investigada pela Polícia Civil de Alagoas, que vai apurar as circunstâncias do crime e tentar identificar os responsáveis pelos disparos.

Caso Amanda; câmera usada por PM que matou mulher teria sido desligada antes do disparo

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Equipamento particular foi apreendido e será periciado pela Polícia Civil; investigação também apura histórico do militar e busca imagens de câmeras de segurança


Foto: Reprodução

A câmera corporal que estaria com o policial militar responsável pelo disparo que matou Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, teria sido desligada antes do tiro. O caso ocorreu no sábado (5), na Grota do Cigano, no Jacintinho.

Segundo a Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), o equipamento foi localizado e apreendido. A Polícia Civil informou que a câmera pertence ao próprio militar e não foi fornecida pela corporação ou pelo Estado.

O delegado Igor Diego, responsável pelo caso, afirmou nesta terça-feira (8) que a investigação recebeu a informação sobre o desligamento antes do disparo. O conteúdo do equipamento será analisado durante a perícia.

Os investigadores também procuram imagens de câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local. De acordo com o delegado, não foi possível obter imagens pela câmera que estava com o policial.

Militar já responde a processo

A promotora Karla Padilha informou que o policial já responde a um processo por tentativa de homicídio, referente a um caso registrado em 2024. Segundo ela, o militar continuava atuando ostensivamente no Jacintinho.

A investigação também apura o histórico do policial e da vítima. Conforme a versão da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP), o militar teria atirado após se sentir ameaçado durante uma abordagem a um homem que estaria com drogas e seria primo de Amanda.

Amanda foi atingida durante a ocorrência e socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Ismar Gatto, no Jacintinho, mas não resistiu. A comerciária deixou dois filhos. O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelas autoridades competentes.

MP apura morte de Amanda baleada por PM que já respondia por tentativa de homicídio em Maceió

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Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, morreu após ser atingida durante uma abordagem no Jacintinho; família contesta versão apresentada pela Polícia Militar

Foto: Reprodução

O Ministério Público instaurou procedimento para acompanhar a morte de Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, baleada durante uma abordagem da Polícia Militar (PM) no sábado (5), na Comunidade Aldeia do Índio, na região da Grota do Cigano, no Jacintinho, em Maceió.

Segundo a promotora Karla Padilha, o policial apontado como autor do disparo já responde a um processo por tentativa de homicídio. O primeiro caso ocorreu em 2024 e,mesmo com denúncia criminal e medidas restritivas determinadas pela Justiça,o agente continuava atuando ostensivamente na mesma região.

A promotora também questionou a ausência de registro da ocorrência na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo ela, inicialmente foi buscada a existência de um auto de prisão em flagrante,mas o caso não teria chegado ao plantão da unidade.

Karla Padilha ressaltou que o Ministério Público não está afirmando que houve homicídio,mas considera necessário esclarecer a morte ocorrida durante o confronto policial. A promotora questionou ainda por que o caso não foi encaminhado para apuração pelo delegado de plantão.

A família de Amanda contesta a versão da PM. Segundo uma prima, a vítima voltava de uma barbearia acompanhada do filho de 11 anos quando se aproximou da abordagem. Ela afirma que houve uma discussão e que o policial teria empurrado Amanda antes de sacar a arma.

Ainda de acordo com o relato da familiar, Amanda não teria agredido o agente e foi atingida logo após dar um passo para trás. A prima também afirmou que a câmera corporal do policial teria sido desligada e cobrou a divulgação das imagens para esclarecer o que aconteceu.

Após o disparo,segundo a família,o policial teria colocado Amanda na viatura para levá-la ao atendimento. A prima afirma que testemunhas presenciaram a situação e que colegas do agente teriam demonstrado desespero após o tiro. A família pede justiça e sustenta que Amanda era mãe de família e trabalhadora.

Veja o que se sabe sobre caso de morte de mulher durante abordagem policial em Maceió

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Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, foi atingida durante uma ação no Jacintinho e morreu após ser levada para uma unidade de saúde


Foto: Reprodução

Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, morreu após ser atingida por um disparo durante uma abordagem policial realizada na noite do último sábado (5), na Comunidade Aldeia do Índio, na região da Grota do Cigano, no bairro Jacintinho, em Maceió.

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP), equipes do 13º Batalhão da Polícia Militar realizavam uma abordagem quando encontraram um homem que estaria com drogas. Conforme a versão divulgada, ele seria primo de Amanda.

Ainda de acordo com a SSP, enquanto parte dos militares permaneceu com o homem abordado, outro policial ficou próximo à viatura. Nesse momento, um grupo de mulheres teria avançado em direção ao agente, que teria efetuado o disparo após se sentir ameaçado.

Amanda foi atingida e recebeu atendimento, sendo encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Ismar Gatto, no próprio Jacintinho. Apesar do socorro, ela não resistiu aos ferimentos. A mulher deixa dois filhos.

Um boletim de apoio da Polícia Militar classificou a ocorrência como “homicídio em decorrência de intervenção policial”. O documento também registra a participação de equipes do 13º Batalhão e o trabalho da Polícia Científica, mas não apresenta a dinâmica do momento do disparo.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil e acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. A apuração deverá esclarecer as circunstâncias da ocorrência e confrontar as diferentes informações sobre a ação que terminou com a morte de Amanda.

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