Declaração ocorreu durante as buscas em Bacabal e voltou a circular após novas possibilidades de investigação sobre o desaparecimento dos irmãos
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| Foto: Reprodução |
Uma declaração feita durante as buscas por Allan Michael, de 4 anos, e Ágatha Isabelly, de 6, voltou a repercutir nas redes sociais. Os irmãos desapareceram em janeiro, no município de Bacabal, no Maranhão.
O voluntário Alderir Santana participou das mobilizações e, durante um relato sobre as buscas em uma área de mata, questionou se as crianças realmente estariam naquele ponto. Na ocasião, afirmou que o menino teria sido vendido.
Alderir também mencionou histórias e crenças populares associadas à região. Segundo ele, se Allan estivesse perdido na mata, poderia ter emitido algum som, além de destacar a presença de caçadores e moradores que conheciam o local.
Na avaliação apresentada pelo voluntário, a ausência de vestígios levantava a possibilidade de que Allan tivesse sido levado para outro lugar. A declaração, contudo, representava uma percepção pessoal e não uma conclusão oficial da investigação.
A fala voltou a ser lembrada após a possibilidade de utilização de mecanismos de cooperação internacional no caso. A Interpol ofereceu apoio à família, e ferramentas de colaboração entre países poderão ser utilizadas caso surjam indícios de que os irmãos estejam fora do Brasil.
Apesar das diferentes hipóteses levantadas desde o desaparecimento, não há confirmação oficial de que Allan e Ágatha tenham sido vendidos ou retirados do local por terceiros. O paradeiro das crianças continua desconhecido, e as investigações seguem em busca de respostas.

