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Greve da Caixa continua em Alagoas após 71,44% rejeitarem proposta

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Paralisação atinge 58 agências e envolve cerca de 1.036 empregados; Saúde Caixa permanece entre os principais pontos de impasse

Foto: Reprodução

A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal continua em Alagoas após 71,44% dos trabalhadores rejeitarem a proposta do banco para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), em assembleia realizada nesta segunda-feira (21).

Outros 27,29% votaram pela aprovação da proposta e 1,26% se abstiveram. Com o resultado, a categoria rejeitou pela terceira vez a proposta e decidiu manter a paralisação no estado.

Segundo o Sindicato dos Bancários de Alagoas, o movimento atinge 58 agências e cerca de 1.036 empregados da ativa. A greve começou em 10 de setembro e ainda não tem data definida para terminar.

Entre os principais pontos de divergência está o Saúde Caixa. A proposta previa elevar de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação da instituição no custeio do plano a partir de 2027.

O comando de greve deverá avaliar os resultados e definir os próximos passos. Durante a paralisação, a Caixa orienta os clientes a utilizarem canais digitais, como aplicativo, internet banking, WhatsApp e terminais de autoatendimento.

Trabalhadores dos Correios fazem protesto em Maceió por reajuste salarial

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Sindicato cobra avanço nas negociações, critica fechamento de agências e alerta para possibilidade de greve

Foto: Reprodução


O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Alagoas (Sintect-AL) realiza, nesta quarta-feira (2), um protesto na entrada do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas (CTCE), no Tabuleiro do Martins, em Maceió.

O ato ocorre durante as negociações da Campanha Salarial do Acordo Coletivo de Trabalho. A categoria cobra avanços nas propostas e denuncia o que considera um processo de sucateamento dos Correios.

Segundo o sindicato, a empresa apresentou reajuste de 0,87%, enquanto a inflação acumulada citada pela entidade é de 4,35%. A categoria afirma que a proposta representa perda salarial e cobra maior valorização dos trabalhadores.

O Sintect-AL também critica o fechamento de agências, alegando que a medida pode afetar empregos e reduzir o atendimento à população. A entidade defende a manutenção dos postos de trabalho e dos Correios como empresa pública.

Indicativo de greve

Durante o protesto, o sindicato também pretende alertar a direção dos Correios sobre a possibilidade de paralisação. A entidade afirma que o ato é um aviso à gestão diante da falta de avanços nas negociações.

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