Sindicato cobra adequação do documento às novas regras trabalhistas e afirma que não assinará o texto no formato atual
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| Foto: reprodução |
Segundo o sindicato, a empresa encaminhou versões do acordo com alterações em relação aos termos discutidos nas negociações. Diante das divergências, a representação dos trabalhadores voltou ao Ministério Público do Trabalho para solicitar a revisão das cláusulas.
O principal impasse envolve a jornada semanal. De acordo com a entidade, apesar de a concessionária ter aceitado reivindicações anteriores, a minuta manteve a previsão de 44 horas semanais.
O sindicato argumenta que, com a vigência do acordo até 2028, a manutenção desse limite poderia impedir o acesso imediato dos trabalhadores à redução da jornada prevista na nova legislação federal.
A entidade exige a adequação da cláusula aos parâmetros legais e aguarda uma nova versão do documento. Segundo o comunicado, a categoria será informada assim que o texto corrigido for apresentado.
