23 equipamentos passarão por testes de integridade e autenticidade antes e durante a votação, com acompanhamento de partidos, Ministério Público, OAB e demais entidades fiscalizadoras.
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| Foto: Reprodução |
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| Foto: Reprodução |
O sorteio das seções ocorrerá na véspera da votação, em cerimônia pública no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL). As urnas escolhidas serão substituídas por equipamentos de reserva nos locais de votação.
No dia do pleito, o Teste de Integridade será realizado com votos simulados em cédulas de papel, que serão digitados nas urnas sob acompanhamento de auditores. Ao fim, os resultados eletrônicos serão comparados com a contagem das cédulas.
Também haverá o Teste de Integridade com Biometria, modalidade criada nas regras eleitorais de 2026. Eleitores voluntários poderão utilizar a biometria para habilitar uma urna de teste, sem qualquer vínculo com o voto oficial.
Antes da votação, ainda será realizado o Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais para verificar os programas instalados nas urnas. Os procedimentos podem ser acompanhados por partidos, Ministério Público, OAB e outras entidades fiscalizadoras. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não houve divergência nos testes realizados desde 2002.
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| Foto: Ascom TRE-AL |
O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) iniciou, nesta sexta-feira (18/9), a carga e o lacre das urnas eletrônicas que serão utilizadas no primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Os procedimentos ocorrem no Fórum Eleitoral de Maceió Desembargador Moura Castro. Os equipamentos recebem os sistemas e dados necessários para a votação, passam por testes e são identificados conforme zona eleitoral, município, local de votação e seção.
Também são preparadas urnas de contingência para eventual necessidade de substituição durante a eleição. Segundo o TRE/AL, a preparação segue protocolos de segurança, integridade e conferência dos sistemas instalados.
A cerimônia é pública e pode ser acompanhada por partidos políticos, federações, coligações, Ministério Público e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). As entidades fiscalizadoras podem conferir os dados e verificar a integridade e autenticidade dos sistemas.
A carga ocorre após a geração das mídias, iniciada na quarta-feira (16/9). Ao final, os procedimentos serão registrados em ata, incluindo os sistemas utilizados, a quantidade de urnas preparadas e os testes realizados.
Depois de lacrados, os equipamentos permanecem sob responsabilidade da Justiça Eleitoral até a distribuição aos locais de votação.