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Setembro Amarelo 2026: “Escutar é estar presente” reforça importância do acolhimento

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Campanha amplia o diálogo sobre saúde mental e orienta a população a reconhecer sinais de sofrimento e oferecer apoio


Foto: Reprodução/Ilustração

A campanha Setembro Amarelo começa nesta terça-feira (1º) com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a prevenção do suicídio. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo.

O número equivale, aproximadamente, à população de Roraima, que possui cerca de 738 mil habitantes. O suicídio também está entre as principais causas de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo dados apresentados pela campanha.

No Brasil, são registrados cerca de 42 suicídios por dia, conforme informações do Ministério da Saúde. Entidades alertam, porém, que os números podem ser maiores devido à subnotificação e ao estigma que ainda envolve o tema.

Combate ao preconceito

O Setembro Amarelo é promovido no Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). A iniciativa busca combater o preconceito relacionado aos transtornos mentais e estimular o acesso a informações confiáveis e ao atendimento adequado.

Ao longo de setembro, diferentes ações serão realizadas para levar o debate a escolas, empresas, instituições públicas e organizações sociais. Em 2026, locais como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e prédios públicos em Brasília e Belo Horizonte receberão iluminação amarela.

A campanha também disponibiliza materiais educativos gratuitos com informações sobre saúde mental e orientação para a busca de ajuda. A prevenção do suicídio, porém, deve ser tratada durante todo o ano, com acolhimento, informação e acesso aos cuidados necessários.

Anvisa atualiza regras para laboratórios que atuam no controle sanitário em Alagoas

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Nova norma estabelece exigências de qualidade, biossegurança e compartilhamento de informações para unidades públicas e privadas


Foto: Texas A&M University Division of Marketing and Communications

Uma nova resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu mudanças para laboratórios públicos e privados de Alagoas que realizam análises de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária. A medida foi divulgada nesta sexta-feira (28).

Entre as exigências estão a manutenção da licença sanitária válida, a presença de responsável técnico habilitado e a adoção de um sistema de gestão da qualidade baseado na norma ABNT NBR ISO/IEC 17025.

A resolução também amplia as regras de biossegurança. Os laboratórios deverão adotar medidas como avaliação de riscos, controle de pragas, gerenciamento de resíduos, capacitação periódica dos profissionais e acompanhamento das condições de segurança.

As unidades que realizam análises de medicamentos e vacinas também deverão seguir boas práticas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para laboratórios de controle de qualidade farmacêutica.

Resultados dos exames

A norma prevê que dados laboratoriais sejam compartilhados com a Anvisa quando forem necessários para o monitoramento de determinados produtos. Os critérios e prazos para o envio ainda serão definidos em uma instrução normativa.

Os resultados de programas de monitoramento e das fiscalizações de rotina deverão ser divulgados pelas autoridades sanitárias. Já resultados insatisfatórios só poderão ser publicados após a conclusão da investigação sobre eventual irregularidade.

Prazo para adaptação

Os laboratórios terão um ano para se adequar às exigências relacionadas à norma ISO/IEC 17025 e às boas práticas internacionais aplicáveis às análises de medicamentos e vacinas.

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