Brasil alcançou recorde de 103,3 milhões de pessoas ocupadas, enquanto número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 39,4 milhões
![]() |
| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil |
A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o menor percentual para o período desde o início da série histórica, em 2012.
No trimestre terminado em abril, o desemprego estava em 5,8%. No mesmo intervalo de 2025, a taxa era de 5,6%. O número de pessoas sem trabalho e que procuravam uma ocupação caiu para 5,8 milhões, redução de 503 mil em relação ao trimestre anterior.
O país também atingiu o recorde de 103,3 milhões de pessoas ocupadas. Entre os empregados do setor privado, excluídos os trabalhadores domésticos, 39,4 milhões possuíam carteira assinada, maior contingente já registrado pela pesquisa.
Por outro lado, 13,8 milhões trabalhavam sem carteira assinada, aumento de 477 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em abril. A taxa de informalidade chegou a 37,5% da população ocupada, ante 37,2% no período anterior.
O rendimento médio foi estimado em R$ 3.762, com variação de -0,7%, considerada estável pelo IBGE. Já o número de desalentados, que desistiram de procurar trabalho por acreditarem que não encontrariam uma vaga, caiu 9,7% e chegou a 2,3 milhões.


