Mestre foi reconhecido pelo Estado em 2024 e dedicou décadas à preservação de tradições como Coco de Roda, Maracatu, Baianas, Toré de Índio e Quilombo
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| Foto: Divulgação |
A cultura popular de Alagoas perdeu, no último sábado (12), uma de suas referências. Geraldo José da Silva, o Mestre Geraldo, morreu em Maceió após construir uma trajetória dedicada à preservação das tradições populares.
Nascido na capital alagoana, Mestre Geraldo dedicou décadas à transmissão de saberes e manifestações culturais. Sua atuação esteve ligada ao Coco de Roda, Maracatu, Baianas, Toré de Índio e Quilombo, entre outras expressões.
No Vergel do Lago, onde teve atuação marcante, o mestre contribuiu para manter vivas tradições que integram a identidade da comunidade. Seu trabalho ajudou a aproximar diferentes gerações dessas manifestações culturais.
Em 2024, a trajetória de Mestre Geraldo foi reconhecida pelo Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, com o título de Patrimônio Vivo do Estado.
A homenagem consolidou o reconhecimento a um trabalho construído ao longo de décadas. Com sua partida, Alagoas perde um dos nomes dedicados à preservação e à transmissão dos saberes que formam a cultura popular alagoana.
